Robin Reid
1925–2015
- Nasceu
- 1925, Porto
- País de nascimento
- Portugal
- Faleceu
- 2015
- fatos
- 5
- fontes
- 1
- imagens e arquivos
- 0
Fatos e suas fontes
Toque num fato para ver de onde ele vem.
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- Falecimento2015Provável1 fonte
Uma vida no tempo
Nasceu · Porto
Nascimento, Porto
Morreu
Falecimento
Como era a vida?
O mundo em Porto, 1925: quem governava, quem mais estava vivo, como as pessoas viviam. É história geral, não um registro sobre a família, e cada item mostra de onde vem.
Robin nasceu no mesmo ano que Maria Barroso, Carlos Paredes e Yukio Mishima.
Manuel Teixeira Gomes
Presidente da República Portuguesa, 1923–1925 · República Portuguesa
Bernardino Machado
Presidente da República Portuguesa, 1925–1926 · República Portuguesa
Óscar Carmona
Presidente da República Portuguesa, 1926–1951 · República Portuguesa
Maria Barroso
atriz, professora e ativista política e social portuguesa (1925-2015)
Carlos Paredes
guitarrista português (1925-2004)
Yukio Mishima
Escritor japonês
Paul Newman
ator e diretor de cinema norte-americano (1925–2008)
Peter Sellers
ator, comediante e cantor britânico
Nílton Santos
futebolista brasileiro (1925–2013)
Barretes usados como armazenamento
Os pescadores utilizavam os seus barretes de lã como armazenamento prático para tabaco, mortalhas e fósforos.
Bordar à luz de petróleo
As mulheres trabalhavam frequentemente até às 23:00 à luz de candeeiros de petróleo para bordar o seu traje de festa após um dia inteiro de trabalho.
Concertina: O Coração das Festas do Norte
A concertina, um pequeno acordeão diatónico, tornou-se o instrumento essencial para festas populares, romarias e danças, particularmente no noroeste de Portugal.
Duelos de Canto Improvisado: Desgarrada
Na desgarrada, os cantores improvisavam versos rimados um contra o outro, enquanto um tocador de concertina mantinha o ritmo e marcava as pausas para a próxima resposta espirituosa.
Métodos de transporte rural tradicionais
No Portugal rural do norte, durante a década de 1920, era possível observar camponeses com sapatos de sola de madeira a conduzir carros de bois com rodas de madeira rangentes, um contraste marcante com o transporte a motor emergente nas cidades.
Acesso limitado a santuários rurais
Até meados da década de 1930, o acesso ao santuário de Porto d'Ave só era possível a pé ou a cavalo por caminhos estreitos, uma vez que as estradas não estavam preparadas para automóveis ou carros de tração animal.
Falta de infraestruturas básicas nas casas
Nas zonas rurais, muitas casas não tinham água canalizada, eletricidade nem casas de banho, sendo comum utilizar buracos no chão para as necessidades. Cozinhava-se habitualmente em lume de chão sem chaminés, deixando as paredes enegrecidas pelo fumo.
Condições escolares limitadas e patrióticas
O ensino rural restringia-se frequentemente a uma única sala para quatro classes e cerca de 40 alunos, sem eletricidade nem casas de banho. As crianças eram educadas num ambiente patriótico e conservador, focado na memorização e na obediência ao regime.
Sardinha partilhada e dietas à base de pão
As famílias comuns dependiam de pão, batatas e sopas de hortaliças, sendo a carne e o peixe reservados para ocasiões especiais ou consumidos em porções minúsculas e partilhadas. Era comum uma única sardinha ser dividida por três pessoas, e as famílias pobres das zonas rurais dependiam frequentemente de produtos sazonais de pequenas hortas.
A Broa como Alimento Base Diário
A broa era um alimento base, frequentemente cozida uma vez por semana e pendurada numa trave para se conservar fresca. As crianças andavam muitas vezes com um naco de broa na mão da manhã até à noite.
Salários diários dos trabalhadores em Portugal
Em 1917, o salário diário médio de um trabalhador rural era de $60, enquanto em 1924 subiu para 8$50. Em Lisboa, os trabalhadores viram o seu pagamento diário aumentar de cerca de 63 centavos em 1914 para 1 escudo em 1916 e 2 escudos em 1919.
Aumento dos custos e escassez de alimentos
Durante os anos de guerra, o preço das batatas em Lisboa duplicou de seis para doze ou catorze centavos por quilograma. Em 1924, um salário diário era frequentemente insuficiente para comprar bens básicos como um quilo de pão, que consumia 30% do pagamento diário de um trabalhador.
Uma Economia Rural e Agrária
A economia portuguesa era profundamente rural, com 62 por cento da força de trabalho envolvida na agricultura, enquanto a indústria e os serviços empregavam 22 e 16 por cento, respectivamente.
Trabalho nas conservas ditado por sirenes
As mulheres na indústria de conservas de sardinha viviam ao som das sirenes das fábricas, correndo para o trabalho a qualquer hora do dia ou da noite, sempre que os barcos de pesca chegavam. Frequentemente trabalhavam 14 a 16 horas por dia sem horários fixos, permanecendo de pé para limpar, filetar e embalar o peixe manualmente com uma rapidez meticulosa.
Durante a vida
- 1930
Criação do partido único do Estado Novo
A União Nacional surgiu como partido único como parte da institucionalização do regime do Estado Novo.
- 1935
Inauguração da Emissora Nacional
A Emissora Nacional iniciou as emissões oficiais, inaugurada formalmente em agosto, tornando-se uma figura central na história da rádio em Portugal.
- 1961
Início das Guerras Coloniais
Portugal iniciou as guerras coloniais em África, levando a uma emigração massiva e a despesas militares que consumiam metade do PNB no final da década.
- 1973
Impacto da crise petrolífera de 1973 em Portugal
O embargo petrolífero da OPEP causou escassez de combustível e filas nas estações de serviço, uma vez que o petróleo fornecia três quartos da energia primária de Portugal.
- 1974
A Revolução de 25 de Abril termina a ditadura
A Revolução de 25 de Abril pôs fim à ditadura e ao domínio colonial, desencadeando grandes mudanças sociais, políticas e económicas, incluindo a introdução do salário mínimo.
Família
Antepassados e filhos
Abrir a árvore completaQuatro gerações para trás à direita, os filhos à esquerda. O número ao lado de um filho conta as gerações de descendentes conhecidas depois dele.