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Afonso de Portugal

1509–1540

Nasceu
3 maio de 1509, Évora
País de nascimento
Reino de Portugal, hoje Portugal
Faleceu
1 maio de 1540, Lisboa
fatos
16
fontes
3
imagens e arquivos
0

Fatos e suas fontes

Toque num fato para ver de onde ele vem.

  • Nascimento3 maio de 1509, ÉvoraProvável1 fonte
  • TítuloBispo da Guarda, 1516–1519Confirmado6 afirmações concorrentes1 fonte
  • Títulocardeal, 1517Confirmado6 afirmações concorrentes1 fonte
  • TítuloBispo de Viseu, 1519–1523Confirmado6 afirmações concorrentes1 fonte
  • TítuloArcebispo de Évora, 1523–1540Confirmado6 afirmações concorrentes1 fonte
  • TítuloArcebispo de Lisboa, 1523–1540Confirmado6 afirmações concorrentes1 fonte
  • Títulocardeal-diácono, 1525–1535Confirmado6 afirmações concorrentes1 fonte
  • Títulocardeal-presbítero, 1535–1540Confirmado6 afirmações concorrentes1 fonte
  • Falecimento1 maio de 1540, LisboaProvávelEm disputa1 afirmação concorrente1 fonte
  • Pai ou mãeManuel I de PortugalConfirmado1 fonte

Uma vida no tempo

  1. Nasceu · Évora

    Nascimento, Évora

  2. Evento · Roman Catholic Bishop of Guarda

    Evento

  3. Evento · cardinal

    Evento

  4. Evento · Roman Catholic Bishop of Viseu

    Evento

  5. Evento · Roman Catholic Archbishop of Evora

    Evento

  6. Evento · Roman Catholic Archbishop of Lisbon

    Evento

  7. Evento · cardinal-deacon

    Evento

  8. Evento · cardinal priest

    Evento

  9. Morreu · Lisboa

    Falecimento, Lisboa

Como era a vida?

O mundo em Évora, 1509: quem governava, quem mais estava vivo, como as pessoas viviam. É história geral, não um registro sobre a família, e cada item mostra de onde vem.

Quando Afonso nasceu, em 1509, Évora pertencia ao Reino de Portugal, governado por Manuel I de Portugal.

Conhecido(a) por

Afonso de Portugal ou Afonso de Avis e Trastâmara foi o sexto filho do rei Manuel I de Portugal e da sua segunda esposa Maria de Aragão, sendo o quarto filho varão do casal após o príncipe D. João, o infante D. Luís, Duque de Beja, e o infante D.

Títulos

  • Bispo da Guarda1516–1519
  • cardeal1517
  • Bispo de Viseu1519–1523
  • Arcebispo de Lisboa1523–1540
  • Arcebispo de Évora1523–1540
  • cardeal-diácono1525–1535
Quem governava
  • Manuel I de Portugal

    monarca de Portugal, 1495–1521 · Reino de Portugal

  • João III de Portugal

    monarca de Portugal, 1521–1557 · Reino de Portugal

Moda

Vestuário do Povo no Quotidiano

As pessoas comuns vestiam roupas de cores escuras feitas de tecidos grosseiros e remendados. Os homens usavam túnicas de burel, calças de malha grosseira e chapéus de feltro ou pano.

Traje Formal de Festa

Nos dias de festa, os homens usavam calções, coletes e casacos, frequentemente adornados com grandes fivelas de prata nos sapatos e nos calções. Se não possuíssem este traje formal, pediam-no emprestado a outros.

Música

Música durante as refeições reais

O Rei D. Manuel I ouvia música durante as suas refeições, com conjuntos de charamelas, sacabuxas, cornetas, harpas, tamboris e rabecas a tocar todos os domingos e dias santos.

Música em procissões cívicas e religiosas

Nas procissões do início do século XVI, como a do Corpo de Deus em Coimbra, realizavam-se polifonia coral, música instrumental, danças e atos teatrais, incluindo participantes vestidos de anjos.

Como se viajava

Distâncias de viagem diárias

Uma comitiva apressada a cavalo poderia percorrer cerca de 40 quilómetros por dia, embora esta distância fosse significativamente reduzida se os animais de tração fossem bois.

Métodos de viagem e restrições sociais

Os viajantes utilizavam comummente cavalos ou mulas, enquanto as pessoas comuns viajavam a pé ou de burro, pois andar de mula era um privilégio reservado à nobreza, ao clero e aos chefes militares até ao século XVI.

Dia a dia

Cozinha dependia do fogo e do combustível

A cozinha doméstica dependia de uma área do fogo e do armazenamento dentro do espaço da casa, com lareiras/brasas como equipamento do dia a dia.

Casas organizadas em torno de um pátio central

Muitas casas usavam um pátio central aberto para trazer luz e ar ao interior e ligar os compartimentos entre si.

Comida

Bebidas comuns e o peixe dos pobres

A água e o vinho eram as bebidas principais, e nas cidades, os aguadeiros vendiam água fresca usando carretas ou potes para quem necessitasse. A sardinha era um alimento base para os pobres, servindo frequentemente como uma alternativa comum ao peixe mais caro ou à carne.

Dieta simples das famílias portuguesas comuns

As famílias comuns comiam frequentemente refeições ligeiras de fruta e pão, ou papas de cereais e legumes, reservando a carne e os doces para os dias festivos. Em 1422, um concelho adquiriu farteis, bolos feitos com farinha, ovos, manteiga e por vezes amêndoa, para celebrações comunitárias.

Preços e salários

Custo do Pão Mais Elevado nas Cidades

Em centros urbanos como Lisboa, Funchal e cidades do Algarve, o custo do pão diário era duas vezes superior ao das zonas agrícolas rurais.

Subida do Preço da Carne em Lisboa

No início do século XVI, o preço da carne em Lisboa subiu drasticamente, tendo-se registado um aumento de 25 por cento no custo da carne de vaca e de carneiro num período de três anos.

Trabalho

Trabalhos comuns em Portugal

A navegação, a construção naval e ofícios conexos como o fabrico de cordas e velas eram indústrias principais, juntamente com o trabalho agrícola, o abastecimento de alimentos e ofícios artesanais.

Dias de trabalho anuais limitados

Uma pessoa comum trabalhava cerca de 240 dias por ano, com tempo significativo reservado para feriados religiosos e cívicos em que o trabalho era proibido.

Durante a vida

  1. 1531

    Forte sismo atinge Portugal

    Um forte tremor de terra atingiu Portugal em 1531, o qual alguns religiosos da época atribuíram às ações dos cristãos-novos.

  2. 1536

    Estabelecimento da Inquisição Portuguesa

    O Papa Paulo III estabeleceu a Inquisição em Portugal através de uma bula papal, impactando significativamente a vida de muitos súbditos.

  3. 1540

    Primeiro auto-de-fé em Lisboa

    O primeiro auto-de-fé, um ritual público de penitência para os condenados pela Inquisição, realizou-se em Lisboa em 1540.

Família

Antepassados e filhos

Abrir a árvore completa

Quatro gerações para trás à direita, os filhos à esquerda. O número ao lado de um filho conta as gerações de descendentes conhecidas depois dele.