Hedvig Sofia da Suécia
1681–1708
- Nasceu
- 26 jun. de 1681, Stockholm City
- País de nascimento
- Suécia
- Faleceu
- 12 dez. de 1708, Stockholm City
- fatos
- 13
- fontes
- 3
- imagens e arquivos
- 0
Fatos e suas fontes
Toque num fato para ver de onde ele vem.
- Nascimento26 jun. de 1681, Stockholm CityProvável1 afirmação concorrente1 fonte
- Falecimento12 dez. de 1708, Stockholm CityProvável3 afirmações concorrentes1 fonte
- Pai ou mãeCarlos XI da SuéciaConfirmado1 fonte
- Pai ou mãeUlrica Leonor da DinamarcaConfirmado1 fonte
- UniãoFrederico IV de Holstein-GottorpConfirmado1 fonte
Uma vida no tempo
Nasceu · Stockholm City
Nascimento, Stockholm City
Nasceu um filho(a): Carlos Frederico, Duque de Holstein-Gottorp
Nascimento, Estocolmo
Morreu · Stockholm City
Falecimento, Stockholm City
Como era a vida?
O mundo em Stockholm City, 1681: quem governava, quem mais estava vivo, como as pessoas viviam. É história geral, não um registro sobre a família, e cada item mostra de onde vem.
Durante o século XVII, era estritamente proibido aos plebeus suecos o uso público de tecidos de seda ou outros materiais exclusivos, sob pena de multas ou prisão a pão e água.
Edviges Sofia Augusta da Suécia foi uma princesa da Suécia e duquesa-consorte de Holsácia-Gottorp. Era a filha mais velha do rei Carlos XI da Suécia e da sua esposa, a rainha Ulrica Leonor. Foi herdeira do trono sueco até à sua morte e regente do ducado de Holsácia-Gottorp em nome do seu filho menor de idade entre 1702 e 1708. Algumas fontes referem-se a ela como Sofia.
Leis de moda rígidas para plebeus
Durante o século XVII, era estritamente proibido aos plebeus suecos o uso público de tecidos de seda ou outros materiais exclusivos, sob pena de multas ou prisão a pão e água.
Polska vs minueto por classes
A polska foi registrada em 1673 e era considerada adequada para os camponeses, ao contrário do minueto da classe alta, que exigia saudações e movimentos graciosos.
Instrumentos na Suécia do final do século XVII
Registros poéticos do final do século XVII indicam que os instrumentos populares incluíam o violino, alaúde, dulcimer e regal, enquanto os instrumentos folclóricos incluíam a nyckelharpa e trompa.
Viagem a cavalo e a pé
Durante o século XVII, as pessoas comuns viajavam habitualmente entre cidades a cavalo ou a pé, porque as estradas públicas eram frequentemente estreitas e pedregosas demais para carroças.
Viagem de trenó no inverno
As viagens eram significativamente mais rápidas e comuns no inverno, quando as pessoas usavam trenós para atravessar lagos e rios congelados. Em algumas regiões costeiras, os viajantes podiam percorrer de 7 a 9 mil (aproximadamente 70 a 90 quilômetros) em um único dia.
Cozinhando sobre fogueira aberta
A culinária era realizada em uma pesada panela de ferro ou bronze colocada sobre um tripé acima de uma fogueira, método necessário para as refeições diárias até a introdução posterior dos fogões.
Acesso limitado à educação formal
Crianças comuns frequentemente não tinham escolaridade formal e ajudavam no trabalho agrícola desde cedo, enquanto apenas alguns meninos de certas famílias frequentavam escolas para aprender disciplinas como religião.
Comer em comunidade e menus semanais fixos
Famílias frequentemente compartilhavam refeições a partir de uma única tigela comum, e os menus seguiam um cronograma rigoroso, como comer peixe às sextas-feiras. Pratos comuns incluíam sopa de ervilhas com linguiça ou carne, pratos de nabo e mingaus de grãos.
Dieta rica em sal e alto consumo de cerveja
Pessoas comuns seguiam uma dieta baseada em alimentos conservados em sal, como arenque, carne e porco, frequentemente complementada por pão, mingau, ervilhas e manteiga. Como a comida era pesadamente salgada, eles bebiam grandes quantidades de cerveja diluída, por vezes excedendo cinco litros por pessoa diariamente.
Preço de pão e carne em Ångermanland
Em Ångermanland, uma unidade de pão era avaliada em 2 öre, enquanto 1 litro de carne custava 24 öre.
Valor de itens de vestuário
Calças roubadas eram avaliadas em 6 ou 8 öre, refletindo o alto custo de peças de vestuário no século XVI.
Contratos anuais e a tradição da semana livre
Os trabalhadores tinham direito legal a uma semana livre, conhecida como slankvecka, a cada ano para transitar entre patrões após o término de seu contrato anual no dia designado para mudança. Para suprir as necessidades básicas de subsistência, um trabalhador ocasional precisava trabalhar apenas cerca de 50 dias por ano, embora esse requisito tenha aumentado significativamente nos séculos seguintes.
Trabalho de gênero e contratos anuais rigorosos
O trabalho era estritamente dividido por gênero, com os homens realizando tarefas externas pesadas no campo, como arar e debulhar, enquanto as mulheres gerenciavam tarefas internas, ordenha, processamento de alimentos e cuidado de pequenos animais. O emprego era regulamentado por estatutos que permitiam aos patrões usar punição corporal, e os empregados eram normalmente contratados por períodos de um ano.
Agricultores do correio corriam com a correspondência
As cartas eram transportadas por agricultores do correio, que tinham de correr ou caminhar a pelo menos 5 quilômetros por hora entre estações. Eles eram estritamente proibidos de conversar no caminho e tinham de entregar a correspondência dia e noite, sem demora.
O custo de uma carta
Em 1693, enviar uma carta de cerca de 13 gramas entre Estocolmo e Helsingborg custava 18 öre em moeda de cobre, o que equivalia ao preço de duas canecas de cerveja. Cidadãos comuns ganharam o direito de usar o correio público por essa taxa durante a década de 1620.
Família
Antepassados e filhos
Abrir a árvore completaQuatro gerações para trás à direita, os filhos à esquerda. O número ao lado de um filho conta as gerações de descendentes conhecidas depois dele.
82 pessoas exibidas