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Francisca Josefa de Bragança

1699–1736

Nasceu
30 jan. de 1699, Lisboa
País de nascimento
Reino de Portugal, hoje Portugal
Faleceu
15 jul. de 1736, Lisboa
fatos
8
fontes
2
imagens e arquivos
0

Fatos e suas fontes

Toque num fato para ver de onde ele vem.

Uma vida no tempo

  1. Nasceu · Lisboa

    Nascimento, Lisboa

  2. Morreu · Lisboa

    Falecimento, Lisboa

Como era a vida?

O mundo em Lisboa, 1699: quem governava, quem mais estava vivo, como as pessoas viviam. É história geral, não um registro sobre a família, e cada item mostra de onde vem.

Quando Francisca nasceu, em 1699, Lisboa pertencia ao Reino de Portugal, governado por Pedro II de Portugal.

Conhecido(a) por

Infanta Francisca Josefa Maria Xaviera(Portuguese pronunciation: [fɾɐ̃ˈsiʃkɐ ʒuˈzɛfɐ]; English: Frances Josepha) was a Portuguese infanta (princess) and the last of eight children of King Peter II of Portugal and his second wife Marie Sophie of Neuburg.

Quem governava
  • Pedro II de Portugal

    monarca de Portugal, 1683–1706 · Reino de Portugal

  • D. João V

    monarca de Portugal, 1706–1750 · Reino de Portugal

Nascidos na mesma época
  • Maurícia Leonor de Portugal

    1700 · Princess of Portugal and through marriage countess of Nassau-Siegen

  • Leonor Tomásia de Távora, 3.ª Marquesa de Távora

    1700 · Portuguese noblewoman (1700-1759)

  • Giovanni Battista Sammartini

    1700 · compositor italiano

  • Charles Jennens

    1700 · English landowner and art patron (1700–1773)

  • Margherita Durastanti

    1700 · cantora

  • Daniel Bernoulli

    1700 · Swiss mathematician and physicist (1700-1782)

Moda

Ostentação de estatuto nos guarda-roupas mercantis

Durante este período, os mercadores selecionavam cuidadosamente os seus guarda-roupas para projetar estatuto, documentando frequentemente peças caras como vestidos de seda ou calções de veludo nos seus inventários, enquanto omitiam o vestuário diário comum. Símbolos de riqueza e posição social incluíam peças como uma capa feminina de cor encarnada avaliada em 12.000 réis ou um fato de pano fino custando 10.000 réis.

Por volta de 1700–1724

Manutenção da aparência com roupas limitadas

Indivíduos de estratos sociais inferiores tentavam manter a aparência lavando e ensaboando punhos e colarinhos, e usando sebo para manter os sapatos brilhantes, mesmo com solas furadas. Aplicavam pós aos chapéus para esconder o desgaste, numa tentativa de projetar um status social mais elevado.

Música

Música de dança doméstica para amadores

Amadores abastados em contextos domésticos tocavam música de dança de estilo francês, adaptada para instrumentos como o teclado, guitarra, alaúde e harpa. Estes arranjos eram frequentemente facilitados pela circulação de partituras simplificadas.

Vida musical religiosa em Angra

Em Angra, as gentes comuns frequentavam igrejas onde ouviam cantochão, cânticos congregacionais e, ocasionalmente, polifonia ou música instrumental. Algumas ermidas, como a de Nossa Senhora dos Remédios, eram muito concorridas para o canto diário do terço.

Como se viajava

Caos de trânsito nas ruas de Lisboa

Em Lisboa, no final do século XVII, os coches eram artigos de luxo que causavam congestionamentos severos nas ruas medievais estreitas, provocando disputas violentas entre passageiros da elite. Devido ao seu tamanho e à topografia da cidade, as liteiras e cadeirinhas continuaram a ser o meio de transporte preferido da nobreza.

Por volta de 1700–1724

Distâncias diárias de viagem eram limitadas

Uma distância diária padrão para uma comitiva apressada com cavalos era de cerca de 40 quilômetros, embora as velocidades fossem muito menores se usassem bois.

Dia a dia

Utensílios de Cozinha e Custos

Enquanto os potes de cerâmica eram comuns e custavam cerca de 5 réis cada, os potes de metal eram considerados itens caros. Famílias pobres frequentemente dependiam de lareiras simples para cozinhar, pois lareiras especializadas eram comparativamente raras no clima português.

A Casa Rural e a Lareira Polivalente

Nas casas rurais, a lareira era o polo aglutinador das vivências do quotidiano, servindo para cozinhar, descansar e conviver, frequentemente num piso térreo de terra batida. As habitações eram muitas vezes unicelulares, com mobiliário multifuncional, como mesas que serviam tanto para comer como para sentar.

Comida
Por volta de 1707–1708

Rações diárias de pão para funcionários

Em 1707, os indivíduos que prestavam serviços domésticos no Real Colégio de São Paulo, em Coimbra, recebiam uma ração diária de quatro pães para as suas duas refeições principais.

O bacalhau como alimento básico

Durante o final do século XVII, as famílias portuguesas comuns dependiam do bacalhau seco e salgado como uma fonte essencial e acessível de proteína, especialmente durante períodos religiosos de abstinência como a Quaresma. O bacalhau era valorizado pelos pobres porque era totalmente aproveitado — do lombo à língua — tornando-o económico e duradouro na cozinha.

Preços e salários
Por volta de 1700–1700

Renda de trigo em Avis no século XVIII

Em 1700, um morador da vila de Avis pagou um imposto de 520 réis pelo trigo que devia de foro pela Herdade da Cortezia.

Mudanças nos preços do azeite em Lisboa

Os preços do azeite em Lisboa mantiveram-se constantes até 1670, baixando depois até cerca de 1692 antes de iniciarem uma subida constante.

Durante a vida

  1. 1703

    Tratado Comercial Anglo-Português de 1703

    O Tratado de Methuen de 1703 permitiu a importação de lanifícios britânicos sem impostos, enquanto concedia aos vinhos portugueses taxas alfandegárias mais baixas na Inglaterra.

  2. 1724

    Tempestade devastadora de 1724 atinge Lisboa

    Uma violenta tempestade de vento e chuva em 19 de novembro de 1724 causou destruição generalizada em Lisboa e arredores, matando mais de 160 pessoas.

Família

Antepassados e filhos

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Quatro gerações para trás à direita, os filhos à esquerda. O número ao lado de um filho conta as gerações de descendentes conhecidas depois dele.