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Anne-Jules de Noailles

1650–1708

Nasceu
5 fev. de 1650, Paris
País de nascimento
Reino da França, hoje França
Faleceu
2 out. de 1708, Versalhes
fatos
6
fontes
2
imagens e arquivos
0

Fatos e suas fontes

Toque num fato para ver de onde ele vem.

  • Nascimento5 fev. de 1650, ParisProvável1 fonte
  • Falecimento2 out. de 1708, VersalhesProvável1 fonte

Uma vida no tempo

  1. Nasceu · Paris

    Nascimento, Paris

  2. Nasceu um filho(a): Marie Victoire de Noailles

    Nascimento, Palácio de Versalhes

  3. Morreu · Versalhes

    Falecimento, Versalhes

Como era a vida?

O mundo em Paris, 1650: quem governava, quem mais estava vivo, como as pessoas viviam. É história geral, não um registro sobre a família, e cada item mostra de onde vem.

As mulheres nas áreas rurais tipicamente vestiam roupas em tons de preto, cinza e vermelho, frequentemente completando seu traje com um avental protetor conhecido como devantier.

Conhecido(a) por

Anne Jules de Noailles, 2nd Duke of Noailles was one of the chief generals of France towards the end of the reign of Louis XIV, and, after raising the regiment of Noailles in 1689, he commanded in Spain during both the War of the Grand Alliance and the War of the Spanish Succession, and was made marshal of France in 1693.

Moda

Cores e aventais das mulheres rurais

As mulheres nas áreas rurais tipicamente vestiam roupas em tons de preto, cinza e vermelho, frequentemente completando seu traje com um avental protetor conhecido como devantier.

Trajes de domingo para aldeões

Os aldeões comuns frequentemente usavam as mesmas roupas no dia a dia, enquanto os mais abastados trocavam por trajes melhores especificamente para domingos e dias de festa.

Música

Ferramentas musicais e manutenção do cotidiano

Pochettes, pequenos violinos, eram usados por professores de dança para dar aulas em domicílio. Os cravos nos palácios exigiam manutenção regular, onde os funcionários gastavam um terço do tempo apenas removendo gotas de cera de velas.

Música de rua e danças camponesas

Cantores de rua adaptavam melodias populares da corte e da ópera para apresentações públicas, enquanto camponeses rurais frequentemente dançavam ao som de flauta e tambor durante o descanso dominical. Autoridades por vezes defendiam essas danças camponesas como entretenimento inocente após uma semana de trabalho árduo.

Como se viajava
Por volta de 1660–1660

Longos tempos de viagem entre cidades

A viagem entre as principais cidades francesas era lenta; por exemplo, a viagem de Bordéus a Paris levava quinze dias em 1660.

Viajar a pé era comum para muitos

Pessoas comuns, como mascates e peregrinos, viajavam tipicamente a pé, cobrindo de 20 a 30 quilômetros por dia e gastando um par de sapatos a cada 15 dias.

Dia a dia

Crianças iam à escola

As rotinas domésticas previam que serviçais acordassem e alimentassem as crianças e garantissem que elas fossem para a escola.

Casa com um único cômodo escuro

Muitas casas eram pouco espaçosas e mal iluminadas, com um cômodo principal aquecido por uma lareira/cheminée que também fornecia boa parte da luz.

Comida

O pão como base das refeições diárias

O pão era a base da dieta comum, frequentemente consumido como "sopa" ao mergulhar fatias em líquidos como água, caldo ou potage de vegetais. Esses pães grandes e densos eram assados para durar uma ou duas semanas.

Hábitos de carne e bebida das famílias

Famílias comuns raramente comiam carne fresca e dependiam de porco salgado para dar sabor às suas sopas de vegetais. A água potável era frequentemente considerada insegura, por isso as pessoas consumiam piquette, uma bebida fraca feita de restos de uvas ou frutas, ou cidra local.

Preços e salários

Custo de porcos e madeira no século XVII

No século XVII, um único porco poderia custar aproximadamente 24 libras, enquanto uma carroça de madeira era avaliada em 11 libras.

Custo de tratamento médico versus cutelaria

Um clister médico no século XVII custava 15 soldos, que era o mesmo preço de uma grosa de pequenas facas de assobio.

Trabalho

Um Dia de Trabalho Típico

A jornada de trabalho era longa e ditada pela luz do dia, durando muitas vezes de 11 a 15 horas e começando logo às 5 da manhã. Os trabalhadores nas cidades dependiam dos sinos das igrejas para marcar o tempo, já que os relógios eram caros, enquanto as viagens e o trabalho noturnos eram limitados pela escuridão e pelo alto custo das velas.

Trabalhos Comuns no Século XVII

Os trabalhadores nas cidades eram frequentemente artesãos como padeiros, pedreiros e alfaiates, enquanto criados domésticos, carregadores e barqueiros também eram comuns, dependendo muitas vezes de laços familiares e do trabalho diário. No campo, a maioria das pessoas eram camponeses que trabalhavam nos campos ou como trabalhadores braçais realizando tarefas pesadas como a colheita e o corte de madeira.

Notícias e cartas
Por volta de 1653–1653

Paris lançou seu primeiro correio local em 1653

Em 1653, Paris introduziu o primeiro serviço postal local, onde os cidadãos podiam depositar cartas em caixas nas ruas por uma taxa de um sou, evitando a necessidade de criados particulares para entregá-las.

Por volta de 1631–1649

Atrasos na entrega de notícias às províncias

Boletins informativos impressos frequentemente levavam até duas semanas para viajar de Paris às cidades provinciais, embora cópias ilícitas pudessem chegar muito mais rápido.

Durante a vida

  1. 1656

    Édito Real sobre Mendigos (1656)

    Em 1656, um édito real estabeleceu o Hôpital Général em Paris, forçando mais de seis mil mendigos ao trabalho como parte de uma política para limpar as ruas.

  2. 1660

    Terremoto nos Pirenéus (1660)

    Um grande terremoto atingiu os Pirenéus em 1660, destruindo 20 casas em Bagnères-de-Bigorre e causando o colapso da torre do sino da igreja de Saint-Michel em Bordeaux.

  3. 1685

    Revogação do Édito de Nantes (1685)

    A revogação do Édito de Nantes em 1685 forçou 200.000 huguenotes a fugir, prejudicando as indústrias têxteis e de artesanato de luxo e confiscando bens protestantes.

  4. 1693

    Fome em Paris (1693–1694)

    Durante a fome de 1693–1694, o pão foi vendido a dois sous por unidade para os parisienses pobres, enquanto até 1.500 pessoas morriam diariamente de fome e doenças.

Família

Antepassados e filhos

Abrir a árvore completa

Quatro gerações para trás à direita, os filhos à esquerda. O número ao lado de um filho conta as gerações de descendentes conhecidas depois dele.