Hugo José Jorge O'Neill
1874–1940
- Nasceu
- 7 jun. de 1874, Lisboa
- País de nascimento
- Reino de Portugal, hoje Portugal
- Faleceu
- 30 mar. de 1940, Palmela
- fatos
- 9
- fontes
- 2
- imagens e arquivos
- 0
Fatos e suas fontes
Toque num fato para ver de onde ele vem.
- Nascimento7 jun. de 1874, LisboaProvável1 fonte
- Falecimento30 mar. de 1940, PalmelaProvável1 fonte
- Pai ou mãeJorge Torlades O'Neill IIConfirmado1 fonte
- Pai ou mãeDona Maria-Isabel MazziottiConfirmado1 fonte
- UniãoDona Julia de Serpa PimentelConfirmado1 fonte
Uma vida no tempo
Nasceu · Lisboa
Nascimento, Lisboa
Nasceu um filho(a): Maria-Ana O'Neill
Nascimento
Nasceu um filho(a): Jorge Maria O'Neill
Nascimento
Nasceu um filho(a): Maria-Isabel O'Neill
Nascimento
Nasceu um filho(a): Fernando O'Neill
Nascimento
Morreu · Palmela
Falecimento, Palmela
Como era a vida?
O mundo em Lisboa, 1874: quem governava, quem mais estava vivo, como as pessoas viviam. É história geral, não um registro sobre a família, e cada item mostra de onde vem.
Quando Hugo nasceu, em 1874, Lisboa pertencia ao Reino de Portugal, governado por Luís I de Portugal.
Hugo José Jorge O'Neill was the head of the O'Neill Clandeboy dynasty, which ruled a kingdom in Gaelic Ireland until the early 17th century, and has been in Portugal since the 18th century.
Luís I de Portugal
monarca de Portugal, 1861–1889 · Reino de Portugal
Carlos I de Portugal
monarca de Portugal, 1889–1908 · Reino de Portugal
Manuel II de Portugal
monarca de Portugal, 1908–1910 · Reino de Portugal
Domingos da Costa Oliveira
1873 · político português (1873-1957)
Júlio Dantas
1876 · escritor português (1876-1962)
Sergei Rachmaninoff
1873 · compositor e pianista russo
Colette
1873 · French novelist (1873–1954)
Enrico Caruso
1873 · Tenor
Edwin Flack
1873 · tenista australiano
Vestuário de Herança dos Pescadores Litorais
Os pescadores da Beira Litoral vestiam no trabalho largas ceroulas de linho e barrete de lã, reservando a jaqueta para o frio. O vestuário de domingo ou de cerimónia, incluindo calções e sapatos com fivelas de prata, era passado de pais para filhos como uma valiosa herança familiar.
Bordados Personalizados como Marcadores de Identidade
Para expressar a sua identidade, os homens bordavam frequentemente os seus nomes no peito da camisa de linho, enquanto as mulheres ostentavam as iniciais no avental ou nas costas do colete. Estes detalhes personalizados serviam como marcadores de orgulho individual na comunidade rural.
Instrumentos comuns em casas rurais
No Minho rural, era raro encontrar uma casa sem uma viola ou um cavaquinho, e por vezes uma harmónica, que mais tarde passou a ser chamada de concertina. Festas espontâneas surgiam frequentemente quando alguém começava a tocar estes instrumentos.
Música e festas de trabalho
Durante trabalhos agrícolas coletivos, como a malha do centeio ou as vindimas, amigos e vizinhos reuniam-se para ajudar, terminando sempre o dia com festas, música e dança. Nas quintas grandes, os proprietários costumavam oferecer vinho e convidar os melhores músicos e cantadores locais.
Comboios versus Diligências
Em 1868, os comboios eram significativamente mais baratos e rápidos do que as diligências, cobrando 10 réis por quilómetro em 3ª classe, comparado com 25 réis por uma diligência.
Aluguer de Mulas e Arrieiros
Os viajantes montavam frequentemente mulas, pagando até 12 tostões por dia; esperava-se que o arrieiro recebesse 240 réis por dia, além da sua alimentação.
Bases da cozinha e alimentação
As pessoas comuns cozinhavam as refeições em lume de chão, muitas vezes usando três pedras ou lareiras básicas sem chaminés, enquanto a água geralmente não era canalizada para as casas. A dieta dos trabalhadores era simples, consistindo principalmente em pão, legumes, toucinho e ocasionalmente sardinhas ou bacalhau.
Condições de habitação das classes populares
Nas cidades como Lisboa e Porto, as classes populares viviam em más condições, frequentemente em bairros sobrelotados conhecidos como pátios ou ilhas, que careciam de higiene básica e esgotos. O mobiliário doméstico era muito limitado para estas famílias, ao contrário das casas luxuosas da burguesia.
Dieta rural comum e refeições partilhadas
Famílias rurais comuns comiam frequentemente de um prato de barro grande e partilhado que continha vegetais e batatas, muitas vezes temperados com um fio de azeite, unto ou sardinha de barrica. A broa de milho era um alimento base consumido diariamente e frequentemente mantido fresco durante uma semana.
Hábitos de consumo de carne de porco e pão
A carne de porco era a principal carne na dieta rural, conservada pelo sal ou pela fumaça na chaminé. O pão de trigo era considerado um luxo e reservado tipicamente apenas para dias de festa.
Preço da entrada no Palácio de Cristal
Enquanto a burguesia desfrutava do lazer aos domingos, aqueles que podiam pagar a entrada desembolsavam 50 réis para visitar o Palácio de Cristal no Porto.
Baixos salários de operários no Porto
No Porto, os operários fabris recebiam, em média, 420 réis por dia no final do século XIX, enquanto as operárias jovens recebiam muitas vezes apenas cerca de 40 réis, um valor que não dava para comprar um quilo de pão.
Durante a vida
- 1890
Abertura da Estação do Rossio
Em 1890, a inauguração da Estação Ferroviária do Rossio em Lisboa modernizou significativamente a infraestrutura de transporte urbano.
- 1895
Chegada do Primeiro Automóvel
Em 1895, o primeiro automóvel em Portugal, um Panhard et Levassor, foi importado e conduzido a 15 km/h.
- 1899
Epidemia de Peste Bubónica
Uma epidemia de peste bubónica eclodiu no Porto em 1899, levando ao uso de análise microbiológica para diagnóstico.
- 1917
Escassez Alimentar e Tumultos da Guerra
Durante a Primeira Guerra Mundial, Portugal enfrentou graves carências alimentares que levaram à revolta da batata em 1917 e a uma inflação elevada.
- 1918
Pandemia de Gripe Espanhola
Entre 1918 e 1920, a pandemia de gripe espanhola causou a morte de cerca de 100.000 pessoas em Portugal.
- 1930
Criação do partido único do Estado Novo
A União Nacional surgiu como partido único como parte da institucionalização do regime do Estado Novo.
Família
Antepassados e filhos
Abrir a árvore completaQuatro gerações para trás à direita, os filhos à esquerda. O número ao lado de um filho conta as gerações de descendentes conhecidas depois dele.
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