Marino Torlonia, 4th Prince of Civitella-Cesi
1861–1933
- Nasceu
- 29 jul. de 1861, Poli
- País de nascimento
- Estados Papais, hoje Itália
- Faleceu
- 5 mar. de 1933, Roma
- fatos
- 7
- fontes
- 2
- imagens e arquivos
- 0
Fatos e suas fontes
Toque num fato para ver de onde ele vem.
- Nascimento29 jul. de 1861, PoliProvável1 fonte
- Falecimento5 mar. de 1933, RomaProvável1 fonte
- UniãoMary Elsie MooreConfirmado1 fonte
Uma vida no tempo
Nasceu · Poli
Nascimento, Poli
Nasceu um filho(a): Alessandro Torlonia
Nascimento, Roma
Morreu · Roma
Falecimento, Roma
Como era a vida?
O mundo em Poli, 1861: quem governava, quem mais estava vivo, como as pessoas viviam. É história geral, não um registro sobre a família, e cada item mostra de onde vem.
Quando Marino nasceu, em 1861, Poli pertencia ao Reino da Itália, governado por Vítor Emanuel II da Itália.
Marino Torlonia, 4th Prince of Civitella-Cesi, son of the duke of Poli and Guadagnolo, was an Italian nobleman.
Vítor Emanuel II da Itália
Monarch of Italy, 1861–1878 · Reino da Itália
Otão I, Sacro Imperador Romano-Germânico
Monarch of Italy, 951 · Reino da Itália
Italo Svevo
Italian writer (1861-1928)
Armando Diaz
militar, Reino da Itália
Rabindranath Tagore
poeta e filósofo bengali (1861-1941)
Georges Méliès
cineasta e ilusionista francês (1861-1938)
James Naismith
Canadian-American coach; inventor of basketball
Fridtjof Nansen
zoólogo de Noruega
Trajes folclóricos sinalizavam status social
Os trajes folclóricos na Itália rural serviam como marcadores sociais detalhados, onde a qualidade do tingimento, o número de botões ou até o tipo de metal em um anel de dedo sinalizavam a riqueza e o estado civil de quem os usava. Essas vestimentas tradicionais, frequentemente com bordados e rendas locais únicos, eram usadas especificamente em festivais de colheita e procissões religiosas.
Vestimenta respeitosa para dias festivos
Para as famílias trabalhadoras, uma camisa branca limpa ou uma jaqueta bem conservada, guardada por esposas atentas, era considerada essencial para os dias de igreja ou festas, a fim de demonstrar respeito a Deus e civismo. Trabalhadores comuns passavam seus dias de semana com roupas gastas, mas mantinham cuidadosamente essas peças melhores especificamente para tais ocasiões festivas.
Músicos pifferari tocam para a Madonna
À medida que o Natal se aproximava, músicos itinerantes conhecidos como pifferari viajavam das montanhas para Roma, tocando gaitas de foles e pifferi semelhantes a oboés para realizar concertos devocionais diante de imagens da Madonna.
Música de dança chega aos camponeses
Em meados do século XIX, grupos musicais profissionais como o Concerto Cantoni começaram a tocar música de dança, como valsa, polca e mazurca, para camponeses, enquanto anteriormente esse tipo de música era restrito às casas da nobreza.
Viaggi a piedi e a dorso di mulo
In molte zone montuose e del Sud, le persone potevano raggiungere i paesi solo a piedi o a dorso di mulo lungo scomode mulattiere finché le strade non furono migliorate.
Custo das refeições e sonhos cotidianos
Em algumas áreas, cozinhas comunitárias serviam refeições por uma taxa modesta de 11 centesimi por porção. Enquanto isso, os pobres urbanos em cidades como Nápoles às vezes sonhavam com confortos básicos que não tinham, como uma casa limpa com ar fresco, lençóis brancos e refeições regulares de carne e macarrão.
Habitações precárias e espaços compartilhados
Em muitas áreas rurais, famílias camponesas viviam em casas pequenas e úmidas de dois andares com piso de terra batida, frequentemente compartilhando espaço e calor com seus animais durante o inverno. As residências dos pobres urbanos frequentemente careciam de janelas, dependiam de cozinhas enfumaçadas e sofriam com a falta de saneamento, como esgotos ou coleta de lixo.
Sabor frugal para a polenta
Para famílias camponesas, um arenque salgado era considerado suficiente para dar sabor a uma grande porção de polenta para pelo menos três pessoas.
Polenta como alimento diário
Por volta de 1870, famílias camponesas na região do Vêneto dependiam tanto do fubá que comiam de dois a três quilos de polenta diariamente, gastando até 60% de sua renda nisso.
Poder de compra do trabalhador após a unificação
Entre 1862 e 1878, um trabalhador da construção civil podia comprar aproximadamente 2,9 cestas de itens alimentares básicos por dia com seu salário. No Mezzogiorno, onde os preços eram mais baixos, esse poder de compra subia para 3,2 cestas.
Café e dieta dos pobres
Em meados do século XIX, itens de luxo como uma xícara de café custavam 2 grana, preço que trabalhadores pagavam frequentemente como digestivo, apesar da pobreza. Ao mesmo tempo, muitos trabalhadores viviam como mangiafoglie, comendo massa apenas ocasionalmente por ser cara em relação aos seus salários diários.
Durante a vida
- 1888
Promulgada a Primeira Lei Nacional de Saúde
Após uma pandemia de cólera que matou cerca de 50.000 pessoas, o governo promulgou a primeira lei nacional de saúde pública da Itália em 1888.
- 1888
Introdução de Regulamentações para Emigração
A Lei de Emigração de 1888 estabeleceu as primeiras regulamentações formais para os cidadãos que deixavam o país, à medida que a emigração transatlântica subia para quase 205.000 naquele ano.
- 1898
Os Motins do Pão de 1898
Motins generalizados por causa do pão eclodiram em toda a Itália em 1898 devido ao aumento dos preços do trigo, levando a uma repressão em massa, incluindo o massacre de Bava Beccaris em Milão, onde até 400 pessoas foram mortas.
- 1905
Nacionalização das ferrovias italianas, 1905
Em 1905, o Estado italiano nacionalizou a rede ferroviária, formando as Ferrovias do Estado (FS) para modernizar o transporte e impulsionar a indústria pesada.
- 1906
Abertura do Túnel Simplon, 1906
Em 1906, o Túnel Simplon, com 19,7 km sendo o mais longo do mundo na época, foi inaugurado, conectando a Itália e a Suíça por trem.
- 1913
Pico da migração italiana, 1913
Em 1913, a migração italiana atingiu um recorde, com 870.000 pessoas deixando o país em um único ano.
Família
Antepassados e filhos
Abrir a árvore completaQuatro gerações para trás à direita, os filhos à esquerda. O número ao lado de um filho conta as gerações de descendentes conhecidas depois dele.