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Luís Armando I, Príncipe de Conti

1661–1685

Nasceu
30 abr. de 1661, Paris
País de nascimento
Reino da França, hoje França
Faleceu
9 nov. de 1685, Fontainebleau
fatos
8
fontes
3
imagens e arquivos
0

Fatos e suas fontes

Toque num fato para ver de onde ele vem.

Uma vida no tempo

  1. Nasceu · Paris

    Nascimento, Paris

  2. Morreu · Fontainebleau

    Falecimento, Fontainebleau

Como era a vida?

O mundo em Paris, 1661: quem governava, quem mais estava vivo, como as pessoas viviam. É história geral, não um registro sobre a família, e cada item mostra de onde vem.

As mulheres nas áreas rurais tipicamente vestiam roupas em tons de preto, cinza e vermelho, frequentemente completando seu traje com um avental protetor conhecido como devantier.

Conhecido(a) por

Luís Armando I de Bourbon, Príncipe de Conti, foi um nobre francês membro da Casa de Bourbon e Príncipe de Sangue.

Moda

Cores e aventais das mulheres rurais

As mulheres nas áreas rurais tipicamente vestiam roupas em tons de preto, cinza e vermelho, frequentemente completando seu traje com um avental protetor conhecido como devantier.

Trajes de domingo para aldeões

Os aldeões comuns frequentemente usavam as mesmas roupas no dia a dia, enquanto os mais abastados trocavam por trajes melhores especificamente para domingos e dias de festa.

Música

Ferramentas musicais e manutenção do cotidiano

Pochettes, pequenos violinos, eram usados por professores de dança para dar aulas em domicílio. Os cravos nos palácios exigiam manutenção regular, onde os funcionários gastavam um terço do tempo apenas removendo gotas de cera de velas.

Música de rua e danças camponesas

Cantores de rua adaptavam melodias populares da corte e da ópera para apresentações públicas, enquanto camponeses rurais frequentemente dançavam ao som de flauta e tambor durante o descanso dominical. Autoridades por vezes defendiam essas danças camponesas como entretenimento inocente após uma semana de trabalho árduo.

Como se viajava

Viajar a pé era comum para muitos

Pessoas comuns, como mascates e peregrinos, viajavam tipicamente a pé, cobrindo de 20 a 30 quilômetros por dia e gastando um par de sapatos a cada 15 dias.

Por volta de 1660–1660

Longos tempos de viagem entre cidades

A viagem entre as principais cidades francesas era lenta; por exemplo, a viagem de Bordéus a Paris levava quinze dias em 1660.

Dia a dia

Crianças iam à escola

As rotinas domésticas previam que serviçais acordassem e alimentassem as crianças e garantissem que elas fossem para a escola.

Casa com um único cômodo escuro

Muitas casas eram pouco espaçosas e mal iluminadas, com um cômodo principal aquecido por uma lareira/cheminée que também fornecia boa parte da luz.

Comida

O pão como base das refeições diárias

O pão era a base da dieta comum, frequentemente consumido como "sopa" ao mergulhar fatias em líquidos como água, caldo ou potage de vegetais. Esses pães grandes e densos eram assados para durar uma ou duas semanas.

Hábitos de carne e bebida das famílias

Famílias comuns raramente comiam carne fresca e dependiam de porco salgado para dar sabor às suas sopas de vegetais. A água potável era frequentemente considerada insegura, por isso as pessoas consumiam piquette, uma bebida fraca feita de restos de uvas ou frutas, ou cidra local.

Preços e salários

Salários diários caíram no século XVII

Durante o período de 1651 a 1675, o salário diário de um trabalhador comum na França caiu para 1,60 libras, significativamente menor do que os níveis vistos no início do século.

Custo de porcos e madeira no século XVII

No século XVII, um único porco poderia custar aproximadamente 24 libras, enquanto uma carroça de madeira era avaliada em 11 libras.

Trabalho

Um Dia de Trabalho Típico

A jornada de trabalho era longa e ditada pela luz do dia, durando muitas vezes de 11 a 15 horas e começando logo às 5 da manhã. Os trabalhadores nas cidades dependiam dos sinos das igrejas para marcar o tempo, já que os relógios eram caros, enquanto as viagens e o trabalho noturnos eram limitados pela escuridão e pelo alto custo das velas.

Trabalhos Comuns no Século XVII

Os trabalhadores nas cidades eram frequentemente artesãos como padeiros, pedreiros e alfaiates, enquanto criados domésticos, carregadores e barqueiros também eram comuns, dependendo muitas vezes de laços familiares e do trabalho diário. No campo, a maioria das pessoas eram camponeses que trabalhavam nos campos ou como trabalhadores braçais realizando tarefas pesadas como a colheita e o corte de madeira.

Notícias e cartas

Notícias viajavam lentamente para as províncias

Embora a Gazette oficial fosse impressa em Paris aos sábados, leitores provinciais por vezes recebiam-na duas semanas depois, a menos que comprassem cópias locais ilícitas que chegavam uma semana antes.

Por volta de 1653–1653

Paris lançou seu primeiro correio local em 1653

Em 1653, Paris introduziu o primeiro serviço postal local, onde os cidadãos podiam depositar cartas em caixas nas ruas por uma taxa de um sou, evitando a necessidade de criados particulares para entregá-las.

Durante a vida

  1. 1685

    Revogação do Édito de Nantes (1685)

    A revogação do Édito de Nantes em 1685 forçou 200.000 huguenotes a fugir, prejudicando as indústrias têxteis e de artesanato de luxo e confiscando bens protestantes.

Família

Antepassados e filhos

Abrir a árvore completa

Quatro gerações para trás à direita, os filhos à esquerda. O número ao lado de um filho conta as gerações de descendentes conhecidas depois dele.