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Isabel de Herédia

n. 1966

Nasceu
22 nov. de 1966, Lisboa
País de nascimento
Portugal

Pessoa viva. A família vê apenas o nome, as datas e a foto; todo o resto fica privado, a menos que a pessoa decida compartilhar.

fatos
5
fontes
1
imagens e arquivos
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Fatos e suas fontes

Toque num fato para ver de onde ele vem.

Uma vida no tempo

  1. Nasceu · Lisboa

    Nascimento, Lisboa

  2. Nasceu um filho(a): Afonso de Bragança

    Nascimento, Lisboa

  3. Nasceu um filho(a): Maria Francisca Isabel de Bragança

    Nascimento, Lisboa

  4. Nasceu um filho(a): Dinis de Santa Maria de Herédia de Bragança

    Nascimento, Lisboa

Como era a vida?

O mundo em Lisboa, 1966: quem governava, quem mais estava vivo, como as pessoas viviam. É história geral, não um registro sobre a família, e cada item mostra de onde vem.

Muitas crianças iam para a escola descalças, levando os sapatos na mão para não os estragarem.

Quem governava
  • Américo Tomás

    Presidente da República Portuguesa, 1958–1974 · República Portuguesa

  • António de Spínola

    Presidente da República Portuguesa, 1974 · República Portuguesa

  • Q348880

    Presidente da República Portuguesa, 1974–1976 · República Portuguesa

Moda

Crianças levavam sapatos para a escola

Muitas crianças iam para a escola descalças, levando os sapatos na mão para não os estragarem.

Barretes de lã serviam de bolsos

Os pescadores guardavam o tabaco, mortalhas e fósforos dentro do seu barrete de lã preto, que tinha uma ponta comprida pendente sobre o ombro.

Música

Bandas nas Liturgias Católicas

Na Festa da Pocariça, bandas filarmónicas locais atuavam durante as liturgias na década de 1950, apesar de normas anteriores da igreja que proibiam tais instrumentos nesses contextos.

Marchas Populares em Lisboa

As marchas populares realizavam-se em Lisboa todos os meses de junho, tornando-se frequentemente eventos competitivos entre bairros que enfrentavam critérios de julgamento oficiais rigorosos pelas suas qualidades alegres e honradas.

Como se viajava

Velocidades de condução nas antigas estradas nacionais

Embora os primeiros viajantes de automóvel pudessem atingir velocidades superiores a 120 km/h, as velocidades médias nas estradas nacionais estreitas e sinuosas de Portugal eram frequentemente inferiores a 30 km/h, sendo que as viagens Porto-Lisboa demoravam habitualmente até cinco horas.

Por volta de 1970–1970

Comparação de custos de viagem Lisboa-Évora

Uma viagem de Lisboa para Évora de comboio ou autocarro demorava cerca de 3 horas e 30 minutos, sendo o autocarro mais barato, custando 20$00 a 30$00 contra os 70$00 a 80$00 de um bilhete de comboio de 1ª classe.

Dia a dia

Infraestruturas básicas e tarefas domésticas rurais

A maioria das casas rurais não tinha eletricidade nem água canalizada, obrigando as mulheres a transportar água de fontes públicas em cântaros à cabeça. À noite, as casas eram iluminadas por candeeiros a petróleo ou pela lareira, já que a eletricidade era rara nas aldeias até ao final do período.

Chupetas de açúcar improvisadas para bebés

As mães criavam chupetas improvisadas para os bebés atando açúcar dentro de um pequeno pano branco. Estas bonecas de açúcar mantinham os bebés quietos enquanto os irmãos mais velhos e os pais trabalhavam longas horas nos campos.

Comida

Hábitos quotidianos marcantes e luxos simples

Em zonas mais pobres, algumas famílias recorriam a sopas de vinho, pão e açúcar, conhecidas como 'sopas de cavalo cansado', ou começavam os dias frios com um cálice de aguardente chamado 'mata-bicho'. Produtos como iogurtes e cremes de chocolate eram caseiros ou luxos, surgindo produtos como o 'Tulicreme' apenas para algumas famílias no final dos anos 60.

Surgimento de snack-bares e cantinas urbanas

Nas cidades, a partir dos anos 50, os snack-bares tornaram-se um hábito comum para trabalhadores e profissionais, oferecendo refeições rápidas a preços módicos. Enquanto algumas famílias urbanas mantinham a cozinha tradicional, outras passaram a depender destes novos estabelecimentos ou das cantinas de trabalho para poupar tempo.

Preços e salários

Preços de alimentos básicos no século XX

Durante as décadas de 50 e 60, um pão custava 4 tostões, enquanto um quilo de bacalhau da Noruega custava 20 escudos.

Por volta de 1974–1974

Criação do salário mínimo em 1974

A 27 de maio de 1974, Portugal criou o salário mínimo nacional, fixado em 3 300 escudos por mês.

Trabalho

Aquecer o almoço nas fábricas

Os operários fabris frequentemente aqueciam as suas marmitas de alumínio usando álcool colocado em latas de graxa sob uma tábua com quatro pregos.

Salários baixos para famílias numerosas

Em Setúbal, um trabalhador ganhava 20 escudos por dia, quantia destinada a sustentar agregados familiares muitas vezes com mais de dez pessoas.

Notícias e cartas

Automatização da rede telefónica em meados do século

Após a estagnação do pós-guerra, a automatização da rede telefónica intensificou-se em todo o Portugal ao longo das décadas de 1950, 1960 e 1970.

Por volta de 1974–1974

Uso de telegramas e teleimpressores em 1974

Em 1974, o número de postos de teleimpressores em Portugal atingiu 2.861, com mais de quatro milhões e quinhentos mil telegramas enviados apenas naquele ano.

Durante a vida

  1. 1973

    Impacto da crise petrolífera de 1973 em Portugal

    O embargo petrolífero da OPEP causou escassez de combustível e filas nas estações de serviço, uma vez que o petróleo fornecia três quartos da energia primária de Portugal.

  2. 1974

    A Revolução de 25 de Abril termina a ditadura

    A Revolução de 25 de Abril pôs fim à ditadura e ao domínio colonial, desencadeando grandes mudanças sociais, políticas e económicas, incluindo a introdução do salário mínimo.

Família

Antepassados e filhos

Abrir a árvore completa

Quatro gerações para trás à direita, os filhos à esquerda. O número ao lado de um filho conta as gerações de descendentes conhecidas depois dele.