Afonso de Bragança
n. 1996
- Nasceu
- 25 mar. de 1996, Lisboa
- País de nascimento
- Portugal
Pessoa viva. A família vê apenas o nome, as datas e a foto; todo o resto fica privado, a menos que a pessoa decida compartilhar.
- fatos
- 5
- fontes
- 1
- imagens e arquivos
- 0
Fatos e suas fontes
Toque num fato para ver de onde ele vem.
- Nascimento25 mar. de 1996, LisboaProvável1 fonte
- Pai ou mãeDuarte Pio de BragançaConfirmado1 fonte
- Pai ou mãeIsabel de HerédiaConfirmado1 fonte
Uma vida no tempo
Nasceu · Lisboa
Nascimento, Lisboa
Como era a vida?
O mundo em Lisboa, 1996: quem governava, quem mais estava vivo, como as pessoas viviam. É história geral, não um registro sobre a família, e cada item mostra de onde vem.
As crianças iam para a escola descalças, carregando os sapatos nas mãos para garantir que não se estragassem antes de chegarem à sala de aula.
Mário Soares
Presidente da República Portuguesa, 1986–1996 · República Portuguesa
Jorge Sampaio
Presidente da República Portuguesa, 1996–2006 · República Portuguesa
Aníbal Cavaco Silva
Presidente da República Portuguesa, 2006–2016 · República Portuguesa
Crianças iam descalças para a escola
As crianças iam para a escola descalças, carregando os sapatos nas mãos para garantir que não se estragassem antes de chegarem à sala de aula.
Peregrinos transportavam sapatos para protegê-los
Ao viajar longas distâncias para peregrinações, as pessoas frequentemente caminhavam descalças ou de tamancos, carregando os sapatos bons nas mãos para protegê-los e calçando-os apenas ao chegar ao santuário.
Música em Peregrinações e Festas Portuguesas
Romarias como a de Nossa Senhora d'Agonia incluíam bandas filarmónicas, grupos de percussão e cantares ao desafio, onde os intérpretes improvisavam versos rimados. Os grupos de zés-pereiras, compostos por bombos e caixas, eram essenciais para anunciar as festas, percorrendo as ruas das aldeias.
Instrumentos Populares em Encontros Sociais Portugueses
A concertina, um tipo de acordeão diatónico, era central nas festas locais e viveu um renascimento no início da década de 1990 para acompanhar cantos e danças informais. Instrumentos de cordas portáteis como o cavaquinho, uma pequena guitarra de quatro cordas com cerca de 50 centímetros, eram amplamente utilizados nestes encontros sociais.
Evitando taxas de bagagem em viagens de camioneta
No final do século XX, os passageiros que viajavam de camioneta a partir da estação ferroviária da Guarda frequentemente poupavam dinheiro pedindo a outros para declararem a sua bagagem pesada como própria, evitando taxas extras.
Condições escolares difíceis para crianças rurais
As crianças percorriam frequentemente vários quilómetros a pé para frequentar escolas básicas e sobrelotadas que não tinham eletricidade nem casas de banho, com muitos alunos a abandonar os estudos após a antiga quarta classe. Para chegar à escola, enfrentavam muitas vezes o frio e a chuva, por vezes com roupas remendadas.
Casas rurais sem serviços e infraestruturas básicas
Na década de 1970, muitas casas rurais careciam de serviços básicos como água canalizada, eletricidade e casas de banho privativas, forçando as famílias a recorrer a fontes públicas e saneamento exterior. Cozinhava-se habitualmente em lumes de chão sem chaminés, muitas vezes usando lenha ou fogareiros com carvão.
Carne como um luxo festivo raro
A carne era considerada um luxo, sendo frequentemente reservada apenas para dias de festa ou feriados.
Partilhar uma sardinha por três pessoas
Nas zonas rurais, a pobreza era tão extrema que, por vezes, uma única sardinha era dividida por três pessoas.
Horários rígidos para trabalhadores industriais
Os operários e o pessoal administrativo enfrentavam horários rígidos, com mais de metade dos operários chegando aos seus locais de trabalho até às 8h da manhã. Em contraste, os trabalhadores agrícolas eram os que começavam mais cedo, com 15% já a trabalhar às 7h da manhã.
Penalizações salariais rigorosas nas fábricas
Nas fábricas de conservas, chegar apenas cinco minutos atrasada resultava na perda de uma hora inteira de salário. Quando não havia peixe, estas trabalhadoras simplesmente não trabalhavam e não ganhavam qualquer rendimento.
Cartas demoravam dias a chegar
Nos anos 90, enviar uma carta era uma forma comum de manter contacto, demorando tipicamente dois a três dias ou mais a chegar, dependendo da distância.
Jovens encontravam amigos através de cartas
Os jovens usavam frequentemente jornais para partilhar as suas moradas e interesses, na esperança de encontrar amigos por correspondência e construir amizades antes da era digital.
Família
Antepassados e filhos
Abrir a árvore completaQuatro gerações para trás à direita, os filhos à esquerda. O número ao lado de um filho conta as gerações de descendentes conhecidas depois dele.
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