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Afonso Pedro de Alcântara de Bragança

1845–1847

Nasceu
23 fev. de 1845, Rio de Janeiro
País de nascimento
Império do Brasil, hoje Brasil
Faleceu
11 jun. de 1847, Quinta da Boa Vista
fatos
8
fontes
3
imagens e arquivos
0

Fatos e suas fontes

Toque num fato para ver de onde ele vem.

Uma vida no tempo

  1. Nasceu · Rio de Janeiro

    Nascimento, Rio de Janeiro

  2. Morreu · Quinta da Boa Vista

    Falecimento, Quinta da Boa Vista

Como era a vida?

O mundo em Rio de Janeiro, 1845: quem governava, quem mais estava vivo, como as pessoas viviam. É história geral, não um registro sobre a família, e cada item mostra de onde vem.

Quando Afonso nasceu, em 1845, Rio de Janeiro pertencia ao Império do Brasil, governado por Pedro II do Brasil.

Conhecido(a) por

Afonso de Bragança, foi o Príncipe Imperial e herdeiro aparente do Império do Brasil de seu nascimento até sua morte prematura. Era o filho primogênito do imperador Pedro II do Brasil, e da imperatriz consorte Teresa Cristina das Duas Sicílias e, portanto, membro do ramo brasileiro da Casa de Bragança.

Quem governava
  • Pedro II do Brasil

    Imperador do Brasil, 1831–1889 · Império do Brasil

Antes e hoje

Rio de Janeiro

274.972
habitantes em 1872
6,7 mi
habitantes em 2025

Rio de Janeiro tem hoje cerca de 24 vezes mais habitantes.

Nascidos na mesma época
  • Isabel do Brasil

    1846 · Princesa Imperial do Brasil (1850–1891)

  • Rodrigues Alves

    1848 · 5.º presidente do Brasil (1902–1906)

  • Edvard Grieg

    1843 · pianista e compositor norueguês (1843-1907)

  • Otto Lilienthal

    1848 · German aviation pioneer (1848-1896)

  • Buffalo Bill

    1846 · American soldier and showman (1846–1917)

  • W. G. Grace

    1848 · jogador de críquete britânico

Moda

Vestimenta cotidiana de crianças e trabalhadores

As crianças frequentemente andavam completamente nuas nos primeiros anos de vida, enquanto mulheres escravizadas que trabalhavam na lavoura ou como operárias muitas vezes vestiam apenas uma camisa simples. Em ambientes urbanos, meninas começavam a usar saias por volta dos 6 aos 11 anos, com estilos que variavam de acordo com o status social.

Trajes de festa e celebrações religiosas

Durante os dias de festas religiosas, homens e mulheres de todas as classes sociais vestiam-se com suas melhores roupas, sendo comum o uso do branco pelas mulheres e de flores naturais nos cabelos. Em 1843, um traje masculino formal para a Festa de Nazaré em Belém incluía calças de casemira cor flor de alecrim, sobrecasaca verde e colete de grodenaple branco.

Música

Instrumentos comuns nos lares do século XIX

No início do século XIX, a viola e o violão eram os instrumentos mais populares para acompanhar canções em casa, enquanto o piano só se tornou mais comum em casas abastadas a partir da década de 1830.

Música em festas religiosas

As festas religiosas frequentemente incluíam procissões com corais, orquestras e grupos tradicionais como os congados, que eram danças folclóricas pantomímicas de origem africana.

Como se viajava

Cadeirinhas usadas para viagens curtas na cidade

Para curtas distâncias, famílias ricas usavam frequentemente uma pequena liteira fechada chamada cadeirinha, transportada por escravizados em librés.

Taxas de fiscalização pagas em réis

Caravanas que cruzavam entre Minas Gerais e o Rio de Janeiro pagavam taxas de 250 a 370 réis por mula para passar pelos pontos de fiscalização.

Dia a dia

Salas de aula compartilhadas com animais

Muitas escolas primárias ficavam em casas velhas de chão batido, onde os alunos frequentemente dividiam o espaço com animais como porcos e galinhas.

Comer sem talheres

As refeições eram frequentemente feitas sem talheres, usando as mãos para moldar a farinha de mandioca em bolinhos, conhecidos como pirão, que eram mergulhados no caldo e na carne.

Comida

Um café da manhã barato e comum

O café da manhã comum, disponível em cafés da cidade, custava quatro vinténs e consistia em uma xícara de café e um pãozinho com manteiga irlandesa rançosa.

A farinha de mandioca e o pirão

A farinha de mandioca era um alimento básico consumido por todas as classes, frequentemente misturada com caldos de carne ou sopas para formar uma pasta grossa chamada pirão, que era tipicamente comida com os dedos.

Família

Antepassados e filhos

Abrir a árvore completa

Quatro gerações para trás à direita, os filhos à esquerda. O número ao lado de um filho conta as gerações de descendentes conhecidas depois dele.

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