Pedro III de Portugal
1717–1786
- Nasceu
- 5 jul. de 1717, Lisboa
- País de nascimento
- Reino de Portugal, hoje Portugal
- Faleceu
- 25 maio de 1786, Sintra
- fatos
- 10
- fontes
- 3
- imagens e arquivos
- 0
Fatos e suas fontes
Toque num fato para ver de onde ele vem.
- Nascimento5 jul. de 1717, LisboaProvável1 fonte
- TítuloConsorte de Portugal, 1777–1786Confirmado1 afirmação concorrente1 fonte
- Falecimento25 maio de 1786, SintraProvável1 fonte
- Pai ou mãeMaria Ana de ÁustriaConfirmado1 fonte
- Pai ou mãeD. João VConfirmado1 fonte
- TítuloCo-Monarca de PortugalConfirmado1 afirmação concorrente1 fonte
Uma vida no tempo
Nasceu · Lisboa
Nascimento, Lisboa
Nasceu um filho(a): José, Príncipe do Brasil
Nascimento, Palácio Nacional da Ajuda
Nasceu um filho(a): João de Bragança
Nascimento, Palácio Nacional da Ajuda
Nasceu um filho(a): João Francisco de Bragança
Nascimento, Palácio Nacional da Ajuda
Nasceu um filho(a): João VI de Portugal
Nascimento, Lisboa
Nasceu um filho(a): Maria Ana Vitória Josefa de Bragança
Nascimento, Palácio Nacional de Queluz
Evento · Consort of Portugal
Evento
Morreu · Sintra
Falecimento, Sintra
Como era a vida?
O mundo em Lisboa, 1717: quem governava, quem mais estava vivo, como as pessoas viviam. É história geral, não um registro sobre a família, e cada item mostra de onde vem.
Quando Pedro nasceu, em 1717, Lisboa pertencia ao Reino de Portugal, governado por D. João V.
Pedro III, apelidado de o Capacidónio, o Sacristão e o Edificador, foi o Rei de Portugal, por direito de sua esposa, de 1777 até à sua morte. Era filho do rei João V de Portugal e da sua esposa a arquiduquesa Maria Ana da Áustria, sendo assim irmão mais novo do rei José I de Portugal e tio de Maria I de Portugal. D. Pedro III nunca participou na política e sempre deixou os assuntos de governo a cargo de sua esposa.
Títulos
- Consorte de Portugal1777–1786
- Co-Monarca de Portugal
D. João V
monarca de Portugal, 1706–1750 · Reino de Portugal
José I de Portugal
monarca de Portugal, 1750–1777 · Reino de Portugal
Maria I de Portugal
monarca de Portugal, 1777–1816 · Reino de Portugal
Manutenção da aparência com roupas limitadas
Indivíduos de estratos sociais inferiores tentavam manter a aparência lavando e ensaboando punhos e colarinhos, e usando sebo para manter os sapatos brilhantes, mesmo com solas furadas. Aplicavam pós aos chapéus para esconder o desgaste, numa tentativa de projetar um status social mais elevado.
Traje simples e emprestado dos pescadores
Os pescadores vestiam roupas simples e uniformes, incluindo ceroulas de linho, barrete de lã e um colete, usando jaqueta apenas no frio. Em dias de festa, vestiam um traje com fivelas de prata nos sapatos e meias de algodão listradas, muitas vezes emprestado de parentes caso não possuíssem um.
Instrumentos na vida real e pública
Os músicos utilizavam instrumentos de sopro e percussão, como trombetas, charamelas e timbales, para fornecer acompanhamento harmónico em cerimónias da corte e procissões públicas. Estes grupos tocavam em passeios reais no rio Tejo e durante celebrações festivas nas ruas.
Vilancicos na igreja e festas
Os vilancicos, que retratavam frequentemente personagens como marinheiros, soldados, escravos e ciganos, eram cantados durante as grandes festas da Igreja, como o Natal e a Epifania. Incorporavam elementos teatrais com trajes, gestos e danças simuladas representando camponeses e vários grupos culturais.
Distâncias diárias de viagem eram limitadas
Uma distância diária padrão para uma comitiva apressada com cavalos era de cerca de 40 quilômetros, embora as velocidades fossem muito menores se usassem bois.
Principais meios de transporte eram primitivos
Durante este período, a maioria das pessoas viajava a pé, a cavalo, em mulas ou de barco, pois não existiam caminhos de ferro ou linhas de mala-posta regulares.
Recipientes para Beber Água
Os portugueses bebiam água em púcaros de barro vermelho de Estremoz, que eram muito leves e cheiravam a terebentina.
Acesso Inconstante à Água Doméstica
Em Lisboa, a água era geralmente abundante, mas os poços privados podiam secar subitamente se um vizinho abrisse um poço mais profundo a um nível inferior.
Pão usado como espessante
Para engrossar caldos e guisados, uma prática comum era o uso de pão; por exemplo, uma receita de recheio de peixe incluía cinco réis de pão ralado.
Dieta diária de um trabalhador rural
Um trabalhador rural do século XVII podia consumir até 1 quilograma de pão por dia, acompanhado de caldo, vegetais, pequenas quantidades de carne ou peixe e quantidades significativas de vinho.
Impostos sobre propriedades de agricultores em Arraiolos
Em 1715, foram imputados 1500 réis de imposto de propriedade aos seareiros de Arraiolos, com mais 200 réis adicionais a um seareiro pelo seu equipamento de fabricação.
Preço e regulação do peso do pão
No século XVIII, o preço do pão estava ligado ao seu peso. Quando o preço do trigo atingia 40 réis por arrátel, um pão custava 10 réis, mas em tempos de escassez, o peso do pão era reduzido para manter a acessibilidade.
O trabalho diário na agricultura era comum
A maioria das pessoas comuns trabalhava como jornaleiros na agricultura, realizando tarefas como a colheita da azeitona, a monda e o transporte de cargas pesadas de sol a sol.
Mulheres escravizadas realizavam trabalho de limpeza essencial
Mulheres escravizadas em Lisboa, conhecidas como calhandreiras, realizavam a tarefa exaustiva de carregar pesados potes de cerâmica com lixo doméstico e água suja até ao rio todas as manhãs.
Durante a vida
- 1724
Tempestade devastadora de 1724 atinge Lisboa
Uma violenta tempestade de vento e chuva em 19 de novembro de 1724 causou destruição generalizada em Lisboa e arredores, matando mais de 160 pessoas.
- 1737
Seca de 1737-1738 causa quebra de colheitas
Uma seca severa que durou do final de 1737 até o início de 1738 levou a quebras de colheitas e problemas de saúde pública, gerando procissões religiosas por chuva em várias cidades.
- 1748
Aqueduto das Águas Livres entra em operação
O Aqueduto das Águas Livres, um enorme projeto de engenharia para fornecer água à cidade de Lisboa, começou a funcionar em 1748.
- 1755
O Grande Terramoto de Lisboa de 1755
O terramoto de 1755 matou até 90.000 pessoas e destruiu a maior parte de Lisboa, forçando os sobreviventes a viver em tendas enquanto o governo impunha construções resistentes a sismos.
- 1756
Fundação da Companhia dos Vinhos do Douro
O governo fundou a Companhia dos Vinhos do Alto Douro em 1756 para regular a produção e exportação de vinho, usando frequentemente métodos rigorosos que provocaram motins violentos.
- 1769
Abolição da escravatura em Portugal continental
Em 1769, o Marquês de Pombal aboliu a escravatura em Portugal continental e na Índia portuguesa, alterando significativamente o estatuto jurídico dos escravizados.
Família
Antepassados e filhos
Abrir a árvore completaQuatro gerações para trás à direita, os filhos à esquerda. O número ao lado de um filho conta as gerações de descendentes conhecidas depois dele.
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