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Teodósio II, Duque de Bragança

1568–1630

Nasceu
8 maio de 1568, Vila Viçosa
País de nascimento
Reino de Portugal, hoje Portugal
Faleceu
29 nov. de 1630, Vila Viçosa
fatos
8
fontes
3
imagens e arquivos
0

Fatos e suas fontes

Toque num fato para ver de onde ele vem.

Uma vida no tempo

  1. Nasceu · Vila Viçosa

    Nascimento, Vila Viçosa

  2. Nasceu um filho(a): João IV de Portugal

    Nascimento, Paço Ducal de Vila Viçosa

  3. Morreu · Vila Viçosa

    Falecimento, Vila Viçosa

Como era a vida?

O mundo em Vila Viçosa, 1568: quem governava, quem mais estava vivo, como as pessoas viviam. É história geral, não um registro sobre a família, e cada item mostra de onde vem.

Quando Teodósio nasceu, em 1568, Vila Viçosa pertencia ao Reino de Portugal, governado por Sebastião de Portugal.

Conhecido(a) por

D. Teodósio II de Bragança foi o 7.° Duque de Bragança. Era filho do Duque João I e da Infanta D. Catarina, neta do rei Manuel I.

Quem governava
  • Sebastião de Portugal

    monarca de Portugal, 1557–1578 · Reino de Portugal

  • Henrique I de Portugal

    monarca de Portugal, 1578–1580 · Reino de Portugal

  • António de Portugal, Prior do Crato

    monarca de Portugal, 1580 · Reino de Portugal

Moda

A loba: Uma veste exterior volumosa

A loba era uma veste exterior larga, que chegava aos pés, usada por ambos os sexos, sendo frequentemente feita com grandes quantidades de tecido que escondiam a forma natural do corpo. Embora fosse comum para civis em cerimónias públicas, acabou por evoluir para se tornar uma veste exclusiva do clero masculino e de académicos.

O vestuário caseiro feminino e a jaqueta baju

Dentro de casa, as mulheres andavam frequentemente descalças e usavam uma jaqueta curta chamada baju, que as cobria apenas até ao umbigo. Os homens preferiam muitas vezes este visual natural e caseiro em detrimento das roupas festivas elaboradas, que consideravam retirar a forma real da mulher.

Música
Por volta de 1564–1564

Músicos escravos nas casas nobres

Casas reais e nobres mantinham músicos escravizados, como um grupo de onze charameleiros escravos na capela do Duque de Bragança em 1564.

Como se viajava

Capacidades de distância de viagem diária

Uma comitiva apressada com montadas poderia percorrer cerca de 40 quilómetros por dia, desde que os animais de tração não fossem bovídeos, caso em que as distâncias percorridas seriam bem menores.

Especialistas profissionais em transporte de bens

Os transportadores profissionais, conhecidos como almocreves, almoqueires ou recoveiros, eram responsáveis pelo transporte de mercadorias a longa distância entre o interior e o litoral.

Dia a dia

Cozinhar com lareiras e braseiros

A cozinha era feita em lareiras e braseiros utilizando carvão e lenha, que representavam despesas significativas para as famílias. Nas ruas de Lisboa, vendedores operavam 10 cabanas com braseiros para assar sardinhas e outros peixes para os trabalhadores.

Espaços habitacionais multifuncionais em lares modestos

As casas modestas eram exíguas, com a cozinha, o quarto e o armazenamento comprimidos em divisões multifuncionais partilhadas, utilizando cortinas, bancos e arcas. Nos bairros artesanais, a rua servia como uma extensão da casa, onde os vizinhos se reuniam, as crianças brincavam e se realizavam tarefas diárias, como a limpeza do peixe.

Comida

O bacalhau na mesa do povo

Durante o século XVI, o povo consumia bacalhau como fonte de proteína animal, especialmente em ocasiões festivas, preparado frito, cozido ou assado.

A base da alimentação da época

Pão, vinho e carne formavam a base da dieta, embora o povo dependesse mais do pão e do peixe, com menos acesso à carne prestigiada.

Preços e salários

Custo de Aves no século XVI

No século XVI, as galinhas eram um item alimentar de alto valor, custando 30 réis cada uma.

Preços do Trigo em Portugal 1550–1574

Entre 1550 e 1574, o preço anual de um moio de trigo oscilou significativamente, atingindo até 6.000 réis em diversos anos.

Trabalho

Ocupações comuns na Lisboa do século XVI

A economia de Lisboa dependia muito do trabalho portuário, como estivadores e carroceiros, e ofícios regulados por guildas, como padeiros, alfaiates e sapateiros. O serviço doméstico era também uma ocupação comum para mulheres e pessoas escravizadas.

Símbolos de estatuto e novos utensílios diários

Na corte real de D. João III, o uso de garfos e facas tinha-se tornado um hábito diário, representando uma mudança em relação a tempos anteriores. Entretanto, o consumo de especiarias como pimenta e canela servia como símbolo de estatuto para as classes altas.

Durante a vida

  1. 1575

    Visita da Inquisição aos Açores (1575)

    A Inquisição expandiu o seu controlo ao iniciar uma visitação sistemática e de longo prazo às ilhas dos Açores.

  2. 1578

    Rei Sebastião morre em Marrocos (1578)

    O rei Sebastião morreu na Batalha de Alcácer Quibir, levando ao colapso da elite portuguesa e a uma crise financeira massiva para pagar resgates.

  3. 1581

    Início da União Ibérica (1581)

    Filipe II de Espanha foi reconhecido como rei pelas Cortes portuguesas, iniciando a União Ibérica.

  4. 1601

    Perdão geral aos cristãos-novos

    Em 1601, a Coroa espanhola concedeu um perdão geral aos cristãos-novos em troca de grandes quantias de dinheiro, o que intensificou o ressentimento local existente contra eles.

  5. 1628

    Empréstimo forçado imposto pela Coroa

    Em 1628, a Coroa introduziu um empréstimo forçado para financiar a defesa ultramarina sem a aprovação das tradicionais Cortes, desencadeando agitação pública generalizada.

Família

Antepassados e filhos

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Quatro gerações para trás à direita, os filhos à esquerda. O número ao lado de um filho conta as gerações de descendentes conhecidas depois dele.