María Ana de Borbón y Sajonia
1754–1755
- Nasceu
- 3 jul. de 1754, Reggia di Portici
- País de nascimento
- Itália
- Faleceu
- 11 maio de 1755, Reggia di Portici
- fatos
- 7
- fontes
- 1
- imagens e arquivos
- 0
Fatos e suas fontes
Toque num fato para ver de onde ele vem.
- Nascimento3 jul. de 1754, Reggia di PorticiProvável1 fonte
- Falecimento11 maio de 1755, Reggia di PorticiProvável1 fonte
- Pai ou mãeCarlos III de EspanhaConfirmado1 fonte
- Pai ou mãeMaria Amália da SaxôniaConfirmado1 fonte
Uma vida no tempo
Nasceu · Reggia di Portici
Nascimento, Reggia di Portici
Morreu · Reggia di Portici
Falecimento, Reggia di Portici
Como era a vida?
O mundo em Reggia di Portici, 1754: quem governava, quem mais estava vivo, como as pessoas viviam. É história geral, não um registro sobre a família, e cada item mostra de onde vem.
María nasceu no mesmo ano que Vincenzo Monti, Andrea Appiani e Luigi Marchesi.
Vincenzo Monti
Italian writer (1754-1828)
Andrea Appiani
Italian painter (1754-1817)
Luigi Marchesi
Italian opera singer
Paulo I da Rússia
Imperador da Rússia (1796–1801)
Charles-Maurice de Talleyrand-Périgord
político francês
Joseph Joubert
French moralist and essayist
Traje diário versus festivo
A confecção das roupas era estritamente ditada pelos costumes sociais, sendo as diferenças entre o uso diário e o traje festivo mais pronunciadas nas roupas femininas do que nas masculinas. Decorações elaboradas, como bordados e ornamentos finos, eram significativamente mais abundantes nas peças usadas durante festividades religiosas e celebrações.
O traje sardo como identidade cultural
Durante a segunda metade do século XVIII, o traje tradicional sardo tornou-se um patrimônio cultural distinto e exclusivo, servindo como ferramenta de identificação étnica e social. Embora as roupas variassem conforme a aldeia, elas estavam profundamente enraizadas na vida cotidiana da população.
Celebrações durante as novenas religiosas
Durante as novenas, as pessoas reuniam-se em pequenas igrejas rurais para celebrações que incluíam gosos religiosos (cantos de louvor), competições de poesia e música e dança tradicionais até tarde da noite.
Danças comuns: baddu pasturinu e baddu tundu
Nesse período, as pessoas realizavam frequentemente dois tipos principais de danças: o baddu pasturinu (dança pastoral) para pares e o baddu tundu (dança redonda) para grupos que se davam as mãos em um círculo.
Trabalho forçado para manutenção da estrada
Para manter a estrada limpa durante os invernos rigorosos, os homens locais eram proibidos de sair de suas casas por seis meses, de dezembro a maio, sob pena de prisão. Eles eram designados para limpar trechos específicos de neve, e o trabalho era pago pelo Estado.
Horas gastas caminhando até os campos
O deslocamento para campos distantes muitas vezes levava várias horas de caminhada, porque as terras agrícolas ficavam geralmente longe das aldeias.
Casas primitivas de um cômodo para os pobres
Para os pobres, as casas eram habitações térreas primitivas, construídas de tijolos crus ou pedra, com chão de terra batida ou calçada e sem janelas. O fogão era escavado no chão no centro do cômodo, e a casa continha apenas a grande cama dos pais e esteiras para os filhos.
Educação e trabalho para crianças pobres
Instituições religiosas, como o abrigo para pobres local, ofereciam educação básica para crianças, que incluía lições de leitura e escrita, além de horários de trabalho rigorosos e observância religiosa. Muitas crianças também aprendiam ofícios trabalhando em oficinas da cidade ou em fábricas de fiação sob a orientação de trabalhadores mais velhos.
O pão como base diária
Para as famílias comuns, o pão era o pilar central da nutrição diária, frequentemente complementado por queijo, leguminosas, frutas da estação e, ocasionalmente, carne de porco de porcos criados em casa.
Tomates eram um alimento básico diário
Durante o século XVIII, os tomates já faziam parte da dieta diária na Sardenha e eram conservados para uso a longo prazo com vinagre, uma preparação conhecida como sa pibarda.
Custo de caça e aves
Em Nice, parte do Reino da Sardenha na época, um capão, um par de perdizes ou uma lebre custavam 30 soldos.
Preço da carne de açougue
A carne de açougue em Nice era geralmente vendida por 3 soldos a libra, embora a libra local tivesse apenas doze onças.
Trabalhos comuns na Sardenha do século XVIII
A maioria das pessoas trabalhava na agricultura como agricultores, pastores ou trabalhadores diaristas sazonais, enquanto as áreas urbanas sustentavam artesãos, comerciantes e trabalhadores de serviços. Os servos também eram comuns, com os homens trabalhando tipicamente nos campos e as mulheres realizando tarefas domésticas como limpeza e panificação.
Trabalho exigente para os servos
As empregadas domésticas muitas vezes realizavam trabalhos fisicamente exigentes, como transportar pesadas cargas de roupa suja sobre suas cabeças ou ombros até rios distantes, independentemente do clima. Devido à necessidade de economizar dinheiro para se casar, muitos jovens permaneciam na servidão até atingirem a idade de trinta anos.
Correio internacional dependia de expedidores privados
Como o Reino da Sardenha não tinha acordos postais bilaterais com outras nações até à década de 1820, as cartas viajavam frequentemente através de "agentes expedidores" privados que geriam o trânsito internacional. Estes agentes operavam em portos como Génova e Nice, cobrando taxas para garantir que as cartas chegassem ao seu destino final quando os canais postais oficiais falhavam.
Correios expressos ultrarrápidos da Sardenha
Na Sardenha, a "Compagnia dei Trentuno" mantinha um serviço expresso entre Porto Torres e Cagliari, cobrindo frequentemente as 153 léguas em apenas dois dias, enquanto transportava 84 quilogramas de correio. Esses correios viajavam independentemente do tempo, por vezes recebendo mensagens adicionais "em pleno voo" sem abrandar.
Família
Antepassados e filhos
Abrir a árvore completaQuatro gerações para trás à direita, os filhos à esquerda. O número ao lado de um filho conta as gerações de descendentes conhecidas depois dele.
77 pessoas exibidas