Francisco António
1795–1801
- Nasceu
- 21 mar. de 1795, Palácio Nacional de Queluz
- País de nascimento
- Reino de Portugal, hoje Portugal
- Faleceu
- 11 jun. de 1801, Palácio Nacional de Queluz
- fatos
- 8
- fontes
- 3
- imagens e arquivos
- 0
Fatos e suas fontes
Toque num fato para ver de onde ele vem.
- Nascimento21 mar. de 1795, Palácio Nacional de QueluzProvável1 fonte
- Falecimento11 jun. de 1801, Palácio Nacional de QueluzProvável1 fonte
- Pai ou mãeJoão VI de PortugalConfirmado1 fonte
- Pai ou mãeCarlota Joaquina de BourbonConfirmado1 fonte
Uma vida no tempo
Nasceu · Palácio Nacional de Queluz
Nascimento, Palácio Nacional de Queluz
Morreu · Palácio Nacional de Queluz
Falecimento, Palácio Nacional de Queluz
Como era a vida?
O mundo em Palácio Nacional de Queluz, 1795: quem governava, quem mais estava vivo, como as pessoas viviam. É história geral, não um registro sobre a família, e cada item mostra de onde vem.
Quando Francisco nasceu, em 1795, Palácio Nacional de Queluz pertencia ao Reino de Portugal, governado por Maria I de Portugal.
Francisco António Pio de Bragança foi o primeiro filho dos Reis de Portugal, D. João e D. Carlota Joaquina. Sendo o primeiro filho varão do casal, recebeu o título de príncipe da Beira. Contudo, D. Francisco António morreu ainda criança, herdando o trono, o seu irmão, o príncipe D. Pedro de Alcântara de Bragança.
Maria I de Portugal
monarca de Portugal, 1777–1816 · Reino de Portugal
Prolongar a vida das roupas através de remendos
Para manter a aparência, as roupas eram frequentemente remendadas ou, quando gastas, os fatos eram virados do avesso por alfaiates para prolongar o seu uso.
Linho para a vida e roupas de trabalho grosseiras
Em Lousada, as famílias guardavam linho fino durante uma vida inteira para confecionar roupas de festa e paramentos, enquanto a estopa era usada para roupas de trabalho e do dia-a-dia.
O fandango como dança popular de taberna
O fandango era uma dança popular de cortejo e sedução, frequentemente realizada em tabernas por pessoas comuns ao som da viola. Os dançarinos marcavam o compasso com os pés e castanholas, ou estalando os dedos caso não houvesse castanholas.
Regulação e custos da música em festas
Sob um regulamento de 1766, os diretores musicais profissionais eram obrigados a pagar um tostão por cada festa que dirigiam. Eles também deviam submeter relatórios anuais detalhando o número de cantores e instrumentistas envolvidos e a quantia que cada um recebeu.
Introdução da Diligência Mala-posta
Em 1798, foi estabelecido um novo serviço público de diligências conhecido como mala-posta entre Lisboa e Coimbra para melhorar as viagens de pessoas e correio.
Lisboa a Coimbra por mala-posta
Em 1804, o percurso da mala-posta entre Lisboa e Coimbra demorava cerca de 40 horas, mas o serviço foi suspenso pouco depois devido aos elevados custos e baixos lucros.
Vida rural e coabitação com animais
Nas casas rurais, as famílias viviam por vezes num único compartimento, onde dormiam e comiam ao lado dos animais domésticos.
Habitação urbana e disposição típica
As casas urbanas tinham frequentemente uma disposição funcional onde a cozinha era colocada no último piso, em parte por segurança contra incêndios, enquanto os pisos térreos serviam para lojas ou oficinas. As habitações eram muitas vezes exíguas, com edifícios altos que bloqueavam a luz solar e ofereciam um isolamento precário contra as condições climáticas.
Broa de milho durava oito dias
As famílias coziam broa de milho de oito em oito dias, conservando-a pendurada numa trave, enquanto o pão de trigo era reservado apenas para dias de festa.
Famílias pobres partilhavam uma sardinha
Para muitas famílias pobres, o jantar resumia-se a pão, batatas e uma única sardinha, sendo que a mãe frequentemente comia a cabeça e dividia o resto pelos filhos.
Preços da carne de boi no Porto
No Porto, o preço da carne de boi subiu de 36 réis por arrátel em 1780 para 47 réis em 1783, atingindo 63 réis em 1798.
Alimentos básicos em Penafiel nos anos 1800
Na cidade de Penafiel no início do século XIX, bens essenciais como o milho e o trigo eram registados como produtos de consumo de grande importância.
Trabalhos comuns nas ruas de Lisboa
Em Lisboa, trabalhos comuns nas ruas incluíam peixeiras, vendedores ambulantes, artesãos, aguadeiros, lavadeiras e caiadores. Pessoas escravizadas trabalhavam frequentemente como calhandreiras, carregando resíduos e águas sujas das casas para as praias em grandes potes de cerâmica.
Vida quotidiana e desafios sanitários
As condições de vida eram muitas vezes precárias, com famílias vivendo em apartamentos de um só quarto sem lareiras, onde a cozinha era feita sobre três pedras. As ruas eram frequentemente insalubres, levando os residentes a gritar Água Vai antes de atirar águas sujas ou lixo das janelas para as ruas abaixo.
Família
Antepassados e filhos
Abrir a árvore completaQuatro gerações para trás à direita, os filhos à esquerda. O número ao lado de um filho conta as gerações de descendentes conhecidas depois dele.
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