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Infanta Maria Anna of Portugal

1887–1887

Nasceu
14 dez. de 1887, Vila Viçosa
País de nascimento
Reino de Portugal, hoje Portugal
Faleceu
14 dez. de 1887, Vila Viçosa
fatos
8
fontes
1
imagens e arquivos
0

Fatos e suas fontes

Toque num fato para ver de onde ele vem.

  • Nascimento14 dez. de 1887, Vila ViçosaProvável1 fonte
  • Falecimento14 dez. de 1887, Vila ViçosaProvável1 fonte
  • Eventofalecido no dia de nascimentoConfirmado1 fonte
  • Pai ou mãeCarlos I de PortugalConfirmado1 fonte
  • Pai ou mãeAmélia de OrleãesConfirmado1 fonte

Uma vida no tempo

  1. Nasceu · Vila Viçosa

    Nascimento, Vila Viçosa

  2. Morreu · Vila Viçosa

    Falecimento, Vila Viçosa

Como era a vida?

O mundo em Vila Viçosa, 1887: quem governava, quem mais estava vivo, como as pessoas viviam. É história geral, não um registro sobre a família, e cada item mostra de onde vem.

Quando Infanta nasceu, em 1887, Vila Viçosa pertencia ao Reino de Portugal, governado por Luís I de Portugal.

Conhecido(a) por

Na sua vida

  • falecido no dia de nascimento
Quem governava
  • Luís I de Portugal

    monarca de Portugal, 1861–1889 · Reino de Portugal

Nascidos na mesma época
  • Fernando Pessoa

    1888 · poeta português (1888–1935)

  • António de Oliveira Salazar

    1889 · ditador nacionalista português (1889-1970)

  • Charlie Chaplin

    1889 · ator cômico e cineasta inglês (1889–1977)

  • Boris Pasternak

    1890 · escritor de Império Russo

  • Jean Cocteau

    1889 · poeta, romancista, cineasta, designer, dramaturgo, cenógrafo de teatro e ator francês (1889–1963)

  • Niels Bohr

    1885 · físico dinamarquês pioneiro em mecânica quântica, famoso pelo modelo atômico e princípio da complementaridade

Moda

Herança geracional do traje de domingo

Os pescadores de finais do século XIX possuíam pouquíssimas mudas de roupa; o traje de domingo era muitas vezes transmitido através de gerações, passando de pais para filhos e até para netos.

Marcas personalizadas no vestuário

Os habitantes rurais expressavam individualidade e estatuto marcando o vestuário com as suas iniciais, sendo comum os homens bordá-las no peito da camisa de linho e as mulheres nos aventais.

Música

Música no lar e no teatro

Famílias influentes organizavam regularmente jantares e concertos em casa, enquanto os centros urbanos viram um crescimento na construção de teatros ao longo do final do século XIX.

O papel das bandas militares

Bandas militares serviam frequentemente como os únicos grupos musicais em cidades provinciais, ensinando moradores e apresentando-se em praças públicas e procissões.

Como se viajava

Ferrovia revolucionou a velocidade de viagem para Cascais

Em 1895, a ferrovia entre Lisboa e Cascais reduziu o tempo de viagem de 9,5 km/h para cerca de 40 km/h, tornando uma viagem penosa em um percurso de 50 minutos.

Carros de bois lentos e barulhentos

Nas zonas rurais, os carros de bois faziam um ruído alto, semelhante a um grito, chamado chilreada, e viajavam a uma velocidade lenta de apenas 1,5 milha por hora.

Dia a dia

Condições sobrelotadas para as classes populares

As casas das classes populares eram frequentemente sobrelotadas, velhas e sem condições de higiene, vivendo por vezes famílias inteiras num único quarto sem água canalizada ou esgotos. Nas cidades, habitavam em pátios em Lisboa ou ilhas no Porto.

A vida em casa e a cozinha

Cozinhava-se geralmente sobre três pedras, já que as lareiras eram raras, e a iluminação nas casas rurais era feita a azeite ou óleo. A cozinha era o principal espaço de convívio, onde a família conversava, lia ou jogava cartas.

Comida

A broa como base diária das famílias

As famílias rurais comuns dependiam da broa de milho como alimento básico, muitas vezes consumindo-a com azeitonas, toucinho frito ou sardinhas de barrica, enquanto o pão de trigo era reservado para ocasiões especiais.

A refeição matinal 'mata-bicho'

Os trabalhadores rurais começavam frequentemente o dia com uma refeição pequena e modesta conhecida como 'mata-bicho', composta tipicamente por pão, azeitonas ou toucinho, por vezes acompanhada por um gole de bebidas alcoólicas fortes como aguardente.

Preços e salários

Salários diários de diversos trabalhadores portugueses

Os salários de um jornaleiro no Douro eram de 200 réis, enquanto um pedreiro em Lisboa ganhava 700 réis por dia.

Longas horas de trabalho por baixa remuneração

As mulheres que trabalhavam nos campos podiam ganhar um xelim por dia ou menos por jornadas de até dezasseis horas.

Família

Antepassados e filhos

Abrir a árvore completa

Quatro gerações para trás à direita, os filhos à esquerda. O número ao lado de um filho conta as gerações de descendentes conhecidas depois dele.

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