Francisco Xavier Damiano de Bragança van Uden
n. 1949
- Nasceu
- 8 set. de 1949, Lisboa
- País de nascimento
- Portugal
Pessoa viva. A família vê apenas o nome, as datas e a foto; todo o resto fica privado, a menos que a pessoa decida compartilhar.
- fatos
- 6
- fontes
- 1
- imagens e arquivos
- 0
Fatos e suas fontes
Toque num fato para ver de onde ele vem.
- Nascimento8 set. de 1949, LisboaProvável1 fonte
- Pai ou mãeNicholas van UdenConfirmado1 fonte
- Pai ou mãeMaria Adelaide de BragançaConfirmado1 fonte
- UniãoMaria Teresa Henriques GilConfirmado1 fonte
Uma vida no tempo
Nasceu · Lisboa
Nascimento, Lisboa
Nasceu um filho(a): Afonso Miguel Maria Gil de Braganca van Uden
Nascimento
Nasceu um filho(a): Maria Francisca Gil de Braganca van Uden
Nascimento
Nasceu um filho(a): Henrique Maria Gil de Braganca van Uden
Nascimento
Nasceu um filho(a): João Maria Gil de Braganca van Uden
Nascimento
Como era a vida?
O mundo em Lisboa, 1949: quem governava, quem mais estava vivo, como as pessoas viviam. É história geral, não um registro sobre a família, e cada item mostra de onde vem.
Francisco nasceu no mesmo ano que António Guterres, Tamagnini Nené e Meryl Streep.
Óscar Carmona
Presidente da República Portuguesa, 1926–1951 · República Portuguesa
Francisco Craveiro Lopes
Presidente da República Portuguesa, 1951–1958 · República Portuguesa
Américo Tomás
Presidente da República Portuguesa, 1958–1974 · República Portuguesa
António Guterres
Secretário-geral da ONU desde 2017
Tamagnini Nené
futebolista português
Meryl Streep
atriz norte-americana
Valery Leontiev
Russian singer
Sigourney Weaver
atriz norte-americana
Arsène Wenger
futebolista francês
Barretes usados como armazenamento
Os pescadores utilizavam os seus barretes de lã como armazenamento prático para tabaco, mortalhas e fósforos.
Bordar à luz de petróleo
As mulheres trabalhavam frequentemente até às 23:00 à luz de candeeiros de petróleo para bordar o seu traje de festa após um dia inteiro de trabalho.
Juventude e Rock and Roll
Na década de 1950, a juventude urbana começou a ouvir rock and roll explosivo, levando a polícia política a colocar avisos nos cinemas alertando que os jovens podiam ser felizes sem serem irreverentes.
O Fado Chega aos Palcos de Teatro
Durante as décadas de 1930 e 1940, fadistas como Hermínia Silva ganharam fama ao atuar em palcos de teatro, levando o fado das suas origens em tabernas e ruas para um público mais vasto.
Viajar de aldeias remotas até ao comboio
As pessoas em regiões isoladas, como Vilarinho da Castanheira, viajavam frequentemente a pé ou de burro até às estações de comboio, uma viagem que podia demorar três horas se tudo corresse bem.
Velocidades de condução nas antigas estradas nacionais
Embora os primeiros viajantes de automóvel pudessem atingir velocidades superiores a 120 km/h, as velocidades médias nas estradas nacionais estreitas e sinuosas de Portugal eram frequentemente inferiores a 30 km/h, sendo que as viagens Porto-Lisboa demoravam habitualmente até cinco horas.
Falta de infraestruturas básicas nas casas
Nas zonas rurais, muitas casas não tinham água canalizada, eletricidade nem casas de banho, sendo comum utilizar buracos no chão para as necessidades. Cozinhava-se habitualmente em lume de chão sem chaminés, deixando as paredes enegrecidas pelo fumo.
Condições escolares limitadas e patrióticas
O ensino rural restringia-se frequentemente a uma única sala para quatro classes e cerca de 40 alunos, sem eletricidade nem casas de banho. As crianças eram educadas num ambiente patriótico e conservador, focado na memorização e na obediência ao regime.
Racionamento de guerra e refeições na fábrica
Durante a década de 1940, a escassez de alimentos levou ao racionamento de bens essenciais como o bacalhau, o azeite e o açúcar, através de senhas trimestrais. Os operários levavam frequentemente as suas refeições em marmitas de alumínio para a fábrica, aquecendo-as com álcool contido em latas de graxa.
Sardinha partilhada e dietas à base de pão
As famílias comuns dependiam de pão, batatas e sopas de hortaliças, sendo a carne e o peixe reservados para ocasiões especiais ou consumidos em porções minúsculas e partilhadas. Era comum uma única sardinha ser dividida por três pessoas, e as famílias pobres das zonas rurais dependiam frequentemente de produtos sazonais de pequenas hortas.
Custo de um par de sapatos
Um par de sapatos feitos à medida por um sapateiro em Portimão custava 8 dólares e 50 cêntimos, enquanto os sapatos de fábrica custavam cerca de 10 dólares.
Salários de operários e empregadas
Nos anos 50, um trabalhador da construção civil ou de uma conserveira ganhava cerca de 20 escudos por dia, e o salário mensal de uma empregada doméstica situava-se entre os 200 e os 400 escudos.
Trabalho nas conservas ditado por sirenes
As mulheres na indústria de conservas de sardinha viviam ao som das sirenes das fábricas, correndo para o trabalho a qualquer hora do dia ou da noite, sempre que os barcos de pesca chegavam. Frequentemente trabalhavam 14 a 16 horas por dia sem horários fixos, permanecendo de pé para limpar, filetar e embalar o peixe manualmente com uma rapidez meticulosa.
Turnos extenuantes do nascer ao pôr do sol
Os trabalhadores agrícolas no Alentejo trabalhavam frequentemente do nascer ao pôr do sol, sobrevivendo por vezes com menos de quatro horas de sono. Crianças e adultos caminhavam muitos quilómetros até aos campos, levantando-se às cinco da manhã para iniciar os seus turnos extenuantes.
Durante a vida
- 1961
Início das Guerras Coloniais
Portugal iniciou as guerras coloniais em África, levando a uma emigração massiva e a despesas militares que consumiam metade do PNB no final da década.
- 1973
Impacto da crise petrolífera de 1973 em Portugal
O embargo petrolífero da OPEP causou escassez de combustível e filas nas estações de serviço, uma vez que o petróleo fornecia três quartos da energia primária de Portugal.
- 1974
A Revolução de 25 de Abril termina a ditadura
A Revolução de 25 de Abril pôs fim à ditadura e ao domínio colonial, desencadeando grandes mudanças sociais, políticas e económicas, incluindo a introdução do salário mínimo.
Família
Antepassados e filhos
Abrir a árvore completaQuatro gerações para trás à direita, os filhos à esquerda. O número ao lado de um filho conta as gerações de descendentes conhecidas depois dele.
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