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José Fernando de Saxe-Coburgo-Gota

1869–1888

Nasceu
21 maio de 1869, Rio de Janeiro
País de nascimento
Império do Brasil, hoje Brasil
Faleceu
13 ago. de 1888, Wiener Neustadt
fatos
8
fontes
3
imagens e arquivos
0

Fatos e suas fontes

Toque num fato para ver de onde ele vem.

Uma vida no tempo

  1. Nasceu · Rio de Janeiro

    Nascimento, Rio de Janeiro

  2. Morreu · Wiener Neustadt

    Falecimento, Wiener Neustadt

Como era a vida?

O mundo em Rio de Janeiro, 1869: quem governava, quem mais estava vivo, como as pessoas viviam. É história geral, não um registro sobre a família, e cada item mostra de onde vem.

Quando José nasceu, em 1869, Rio de Janeiro pertencia ao Império do Brasil, governado por Pedro II do Brasil.

Conhecido(a) por

José Fernando de Saxe-Coburgo e Bragança foi um príncipe da Casa de Saxe-Coburgo-Gota e membro do Ramo de Saxe-Coburgo e Bragança, ligado à família imperial brasileira. Era o terceiro filho da princesa Leopoldina do Brasil, filha do imperador Pedro II do Brasil, e de seu marido, o príncipe Luís Augusto de Saxe-Coburgo-Gota, Duque de Saxe.

Quem governava
  • Pedro II do Brasil

    Imperador do Brasil, 1831–1889 · Império do Brasil

Antes e hoje

Rio de Janeiro

274.972
habitantes em 1872
6,7 mi
habitantes em 2025

Rio de Janeiro tem hoje cerca de 24 vezes mais habitantes.

Nascidos na mesma época
  • Venceslau Brás

    1868 · 9.º presidente do Brasil (1914–1918)

  • Delfim Moreira

    1868 · 10.º presidente do Brasil (1918–1919)

  • Marie Dressler

    1868 · Canadian-American actress (1868-1934)

  • Franz Lehár

    1870 · compositor austríaco

  • George Arliss

    1868 · English actor, author, playwright and filmmaker (1868–1946)

  • Pompeu Fabra

    1868 · linguista catalã

Moda

Refeições abundantes nas celebrações da Semana Santa

Durante a Semana Santa, embora a carne vermelha fosse proibida por preceito, o banquete era farto e variado, com pratos preparados por cozinheiras negras como sopa de ostras, vatapá, caruru, moquecas e sobremesas como baba de moça. Era um tempo de celebração culinária abundante e diversa.

Tradição de roupas novas no Ano Novo

No dia de Ano Bom, todos faziam sacrifícios para estrear uma roupa nova, fosse um costume de brim, um vestido de chita ou uma simples saia de riscado. Os pobres remendavam e lavavam seus molambos, vestindo-os com alegria como se fossem recebidos de Deus, bordados a ouro de sol e prata de lua.

Música

Persistência do batuque e festas negras

Festividades negras como o batuque eram difundidas e persistiam apesar da oposição da Igreja, contando com palmas rítmicas e o uso da viola. Essas danças, que duravam muitas vezes horas, eram fundamentais para a vida social das classes populares, que as utilizavam para manter laços culturais.

Conjuntos populares para dança doméstica

Reuniões sociais populares frequentemente contavam com pequenos conjuntos de flauta, violão e cavaquinho para tocar danças como polcas, valsas e mazurcas. Embora os pianos fossem símbolos de status em lares abastados, esses grupos menores proporcionavam música acessível para a vida familiar e social da classe média.

Como se viajava

Transporte urbano comum no Rio

No Rio de Janeiro, o transporte público incluía ônibus puxados por quatro mulas, enquanto as carruagens particulares eram frequentemente puxadas por duas mulas ou cavalos.

Viagem rápida na nova rodovia

A rodovia União e Indústria, concluída em 1861, permitia que carruagens percorressem o trajeto de 144 quilômetros entre Petrópolis e Juiz de Fora em 12 horas, atingindo velocidades de 20 km/h.

Dia a dia

Iluminação nas casas

Lamparinas a querosene eram usadas para iluminação, pois não havia energia elétrica nas casas nesse período.

Escolarização noturna para trabalhadores

Escolas noturnas foram criadas para fornecer alfabetização básica para crianças e adultos da classe trabalhadora, frequentemente apresentadas como um esforço de caridade pelas elites.

Comida
Por volta de 1870–1874

Custo mensal mínimo de alimentação familiar

No início da década de 1870, o custo mensal mínimo de alimentação era de 12 mil-réis por pessoa para escravos e trabalhadores, enquanto um casal sem filhos gastava pelo menos 24 mil-réis.

Aluá para o calor

O aluá, uma bebida fermentada à base de água de arroz, era popular nas ruas para combater o forte calor carioca.

Durante a vida

  1. 1871

    Lei do Ventre Livre aprovada em 1871

    A Lei Rio Branco de 1871, também conhecida como Lei do Ventre Livre, declarou que todos os filhos de mulheres escravizadas nascidos a partir daquela data eram livres.

  2. 1876

    Sistema métrico torna-se obrigatório em 1876

    Em 1876, o sistema métrico tornou-se obrigatório para todas as medições em toda a Áustria.

  3. 1884

    Iluminação pública elétrica instalada em 1884

    Em 1884, o primeiro sistema permanente de iluminação pública elétrica no império foi instalado em Temesvár.

  4. 1888

    Escravidão abolida pela Lei Áurea em 1888

    Em 1888, a Lei Áurea foi assinada pela Princesa Isabel, que aboliu imediata e totalmente a escravidão em todo o Brasil, sem indenização aos proprietários.

Família

Antepassados e filhos

Abrir a árvore completa

Quatro gerações para trás à direita, os filhos à esquerda. O número ao lado de um filho conta as gerações de descendentes conhecidas depois dele.

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