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Carlos de Bragança

1716–1736

Nasceu
2 maio de 1716, Lisboa
País de nascimento
Reino de Portugal, hoje Portugal
Faleceu
30 mar. de 1736, Lisboa
fatos
8
fontes
3
imagens e arquivos
0

Fatos e suas fontes

Toque num fato para ver de onde ele vem.

  • Nascimento2 maio de 1716, LisboaProvável1 fonte
  • Falecimento30 mar. de 1736, LisboaProvável1 fonte
  • Pai ou mãeD. João VConfirmado1 fonte
  • Pai ou mãeMaria Ana de ÁustriaConfirmado1 fonte

Uma vida no tempo

  1. Nasceu · Lisboa

    Nascimento, Lisboa

  2. Morreu · Lisboa

    Falecimento, Lisboa

Como era a vida?

O mundo em Lisboa, 1716: quem governava, quem mais estava vivo, como as pessoas viviam. É história geral, não um registro sobre a família, e cada item mostra de onde vem.

Quando Carlos nasceu, em 1716, Lisboa pertencia ao Reino de Portugal, governado por D. João V.

Conhecido(a) por

D. Carlos de Bragança foi um Infante de Portugal, quarto filho do Rei João V de Portugal e de Maria Ana de Áustria.

Quem governava
  • D. João V

    monarca de Portugal, 1706–1750 · Reino de Portugal

Moda

Manutenção da aparência com roupas limitadas

Indivíduos de estratos sociais inferiores tentavam manter a aparência lavando e ensaboando punhos e colarinhos, e usando sebo para manter os sapatos brilhantes, mesmo com solas furadas. Aplicavam pós aos chapéus para esconder o desgaste, numa tentativa de projetar um status social mais elevado.

Traje simples e emprestado dos pescadores

Os pescadores vestiam roupas simples e uniformes, incluindo ceroulas de linho, barrete de lã e um colete, usando jaqueta apenas no frio. Em dias de festa, vestiam um traje com fivelas de prata nos sapatos e meias de algodão listradas, muitas vezes emprestado de parentes caso não possuíssem um.

Música

Instrumentos na vida real e pública

Os músicos utilizavam instrumentos de sopro e percussão, como trombetas, charamelas e timbales, para fornecer acompanhamento harmónico em cerimónias da corte e procissões públicas. Estes grupos tocavam em passeios reais no rio Tejo e durante celebrações festivas nas ruas.

Vilancicos na igreja e festas

Os vilancicos, que retratavam frequentemente personagens como marinheiros, soldados, escravos e ciganos, eram cantados durante as grandes festas da Igreja, como o Natal e a Epifania. Incorporavam elementos teatrais com trajes, gestos e danças simuladas representando camponeses e vários grupos culturais.

Como se viajava

Distâncias diárias de viagem eram limitadas

Uma distância diária padrão para uma comitiva apressada com cavalos era de cerca de 40 quilômetros, embora as velocidades fossem muito menores se usassem bois.

Principais meios de transporte eram primitivos

Durante este período, a maioria das pessoas viajava a pé, a cavalo, em mulas ou de barco, pois não existiam caminhos de ferro ou linhas de mala-posta regulares.

Dia a dia
Por volta de 1723–1726

Recipientes para Beber Água

Os portugueses bebiam água em púcaros de barro vermelho de Estremoz, que eram muito leves e cheiravam a terebentina.

Por volta de 1723–1726

Acesso Inconstante à Água Doméstica

Em Lisboa, a água era geralmente abundante, mas os poços privados podiam secar subitamente se um vizinho abrisse um poço mais profundo a um nível inferior.

Comida

Pão usado como espessante

Para engrossar caldos e guisados, uma prática comum era o uso de pão; por exemplo, uma receita de recheio de peixe incluía cinco réis de pão ralado.

Dieta diária de um trabalhador rural

Um trabalhador rural do século XVII podia consumir até 1 quilograma de pão por dia, acompanhado de caldo, vegetais, pequenas quantidades de carne ou peixe e quantidades significativas de vinho.

Preços e salários
Por volta de 1715–1715

Impostos sobre propriedades de agricultores em Arraiolos

Em 1715, foram imputados 1500 réis de imposto de propriedade aos seareiros de Arraiolos, com mais 200 réis adicionais a um seareiro pelo seu equipamento de fabricação.

Por volta de 1725–1749

Preço e regulação do peso do pão

No século XVIII, o preço do pão estava ligado ao seu peso. Quando o preço do trigo atingia 40 réis por arrátel, um pão custava 10 réis, mas em tempos de escassez, o peso do pão era reduzido para manter a acessibilidade.

Trabalho

O trabalho diário na agricultura era comum

A maioria das pessoas comuns trabalhava como jornaleiros na agricultura, realizando tarefas como a colheita da azeitona, a monda e o transporte de cargas pesadas de sol a sol.

Mulheres escravizadas realizavam trabalho de limpeza essencial

Mulheres escravizadas em Lisboa, conhecidas como calhandreiras, realizavam a tarefa exaustiva de carregar pesados potes de cerâmica com lixo doméstico e água suja até ao rio todas as manhãs.

Durante a vida

  1. 1724

    Tempestade devastadora de 1724 atinge Lisboa

    Uma violenta tempestade de vento e chuva em 19 de novembro de 1724 causou destruição generalizada em Lisboa e arredores, matando mais de 160 pessoas.

Família

Antepassados e filhos

Abrir a árvore completa

Quatro gerações para trás à direita, os filhos à esquerda. O número ao lado de um filho conta as gerações de descendentes conhecidas depois dele.

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