Isabel Luísa, Princesa da Beira
1669–1690
- Nasceu
- 6 jan. de 1669, Paço da Ribeira
- País de nascimento
- Reino de Portugal, hoje Portugal
- Faleceu
- 2 out. de 1690, Paço da Ribeira
- fatos
- 8
- fontes
- 3
- imagens e arquivos
- 0
Fatos e suas fontes
Toque num fato para ver de onde ele vem.
- Nascimento6 jan. de 1669, Paço da RibeiraProvável1 fonte
- Falecimento2 out. de 1690, Paço da RibeiraProvável1 fonte
- Pai ou mãePedro II de PortugalConfirmado1 fonte
- Pai ou mãeMaria Francisca de Saboia, Rainha de PortugalConfirmado1 fonte
Uma vida no tempo
Nasceu · Paço da Ribeira
Nascimento, Paço da Ribeira
Morreu · Paço da Ribeira
Falecimento, Paço da Ribeira
Como era a vida?
O mundo em Paço da Ribeira, 1669: quem governava, quem mais estava vivo, como as pessoas viviam. É história geral, não um registro sobre a família, e cada item mostra de onde vem.
Quando Isabel nasceu, em 1669, Paço da Ribeira pertencia ao Reino de Portugal, governado por Afonso VI de Portugal.
D. Isabel Luísa Josefa de Bragança, Princesa da Beira, cognominada de A Sempre Noiva, foi a primeira e única filha do Rei Pedro II de Portugal e de Maria Francisca de Saboia, que, por ser a filha mais velha, foi proclamada Princesa da Beira e Duquesa de Bragança e declarada herdeira presuntiva da coroa, de 1674 até ao nascimento do seu meio-irmão João, Príncipe do Brasil, e, após a morte deste, até ao nascimento de…
Afonso VI de Portugal
monarca de Portugal, 1656–1683 · Reino de Portugal
Pedro II de Portugal
monarca de Portugal, 1683–1706 · Reino de Portugal
Ostentação de estatuto nos guarda-roupas mercantis
Durante este período, os mercadores selecionavam cuidadosamente os seus guarda-roupas para projetar estatuto, documentando frequentemente peças caras como vestidos de seda ou calções de veludo nos seus inventários, enquanto omitiam o vestuário diário comum. Símbolos de riqueza e posição social incluíam peças como uma capa feminina de cor encarnada avaliada em 12.000 réis ou um fato de pano fino custando 10.000 réis.
Música e celebrações da Epifania
Durante as celebrações da Epifania de 1674, pastores eram retratados a realizar comédias e a festejar com gaita e castanholas.
Música de dança doméstica para amadores
Amadores abastados em contextos domésticos tocavam música de dança de estilo francês, adaptada para instrumentos como o teclado, guitarra, alaúde e harpa. Estes arranjos eram frequentemente facilitados pela circulação de partituras simplificadas.
Caos de trânsito nas ruas de Lisboa
Em Lisboa, no final do século XVII, os coches eram artigos de luxo que causavam congestionamentos severos nas ruas medievais estreitas, provocando disputas violentas entre passageiros da elite. Devido ao seu tamanho e à topografia da cidade, as liteiras e cadeirinhas continuaram a ser o meio de transporte preferido da nobreza.
Utensílios de Cozinha e Custos
Enquanto os potes de cerâmica eram comuns e custavam cerca de 5 réis cada, os potes de metal eram considerados itens caros. Famílias pobres frequentemente dependiam de lareiras simples para cozinhar, pois lareiras especializadas eram comparativamente raras no clima português.
A Casa Rural e a Lareira Polivalente
Nas casas rurais, a lareira era o polo aglutinador das vivências do quotidiano, servindo para cozinhar, descansar e conviver, frequentemente num piso térreo de terra batida. As habitações eram muitas vezes unicelulares, com mobiliário multifuncional, como mesas que serviam tanto para comer como para sentar.
O bacalhau como alimento básico
Durante o final do século XVII, as famílias portuguesas comuns dependiam do bacalhau seco e salgado como uma fonte essencial e acessível de proteína, especialmente durante períodos religiosos de abstinência como a Quaresma. O bacalhau era valorizado pelos pobres porque era totalmente aproveitado — do lombo à língua — tornando-o económico e duradouro na cozinha.
Dieta diária de um trabalhador rural
Um trabalhador rural do século XVII consumia tipicamente até 1 quilograma de pão por dia, acompanhado por caldo, vegetais, pequenas quantidades de carne ou peixe e grandes quantidades de vinho.
Mudanças nos preços do azeite em Lisboa
Os preços do azeite em Lisboa mantiveram-se constantes até 1670, baixando depois até cerca de 1692 antes de iniciarem uma subida constante.
Níveis de vida em queda nos anos 1600
Durante o século XVII, os níveis de vida tanto de trabalhadores qualificados como indiferenciados em cidades como Lisboa e Coimbra caíram, colocando Portugal entre os países europeus com níveis de vida em declínio na época.
Salários estagnados e níveis de vida voláteis
Os trabalhadores em centros urbanos como Lisboa e Coimbra enfrentaram salários diários estagnados ao longo do século, significando que os seus níveis de vida eram quase totalmente determinados pelas flutuações voláteis dos preços anuais dos alimentos. Historiadores estimam que os trabalhadores trabalhavam tipicamente cerca de 250 dias por ano, contabilizando doenças e dias sem trabalho.
Encargos do dízimo e reservas de pão da Igreja
Os lavradores eram obrigados a entregar cerca de dez por cento da sua produção à Igreja, muitas vezes gerida por comendadores locais que vendiam os rendimentos em dinheiro, independentemente das necessidades dos povos. Este encargo era tão significativo que, em tempos de carestia, a comunidade dependia muitas vezes das reservas de pão da Igreja para sobreviver ou para empréstimos de sementes.
Família
Antepassados e filhos
Abrir a árvore completaQuatro gerações para trás à direita, os filhos à esquerda. O número ao lado de um filho conta as gerações de descendentes conhecidas depois dele.
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