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Maria Isabel de Alcântara Brasileira

1827–1828

Nasceu
13 ago. de 1827, Rio de Janeiro
País de nascimento
Império do Brasil, hoje Brasil
Faleceu
25 out. de 1828
fatos
10
fontes
2
imagens e arquivos
0

Fatos e suas fontes

Toque num fato para ver de onde ele vem.

  • Nascimento13 ago. de 1827, Rio de JaneiroProvável1 fonte
  • Falecimento25 out. de 1828ProvávelEm disputa1 afirmação concorrente1 fonte
  • Eventomorte infantilConfirmado1 fonte
  • Pai ou mãePedro I do BrasilConfirmado1 fonte
  • Pai ou mãeDomitília de Castro e Canto MeloConfirmado1 fonte

Uma vida no tempo

  1. Nasceu · Rio de Janeiro

    Nascimento, Rio de Janeiro

  2. Morreu

    Falecimento

Como era a vida?

O mundo em Rio de Janeiro, 1827: quem governava, quem mais estava vivo, como as pessoas viviam. É história geral, não um registro sobre a família, e cada item mostra de onde vem.

Quando Maria nasceu, em 1827, Rio de Janeiro pertencia ao Império do Brasil, governado por Pedro I do Brasil.

Conhecido(a) por

Domitila de Castro Canto e Melo, primeira e única viscondessa com grandeza e marquesa de Santos, foi uma nobre brasileira, célebre pela sua influente relação amorosa, sendo, por um tempo, a amante do imperador D. Pedro I.

Na sua vida

  • morte infantil
Quem governava
  • Pedro I do Brasil

    Imperador do Brasil, 1822–1831 · Império do Brasil

Antes e hoje

Rio de Janeiro

—
em 1827
6,7 mi
habitantes em 2025

Ainda não temos uma contagem de Rio de Janeiro por volta de 1827.

Nascidos na mesma época
  • Antônio Conselheiro

    1830 · líder religioso brasileiro

  • Luiz Gama

    1830 · advogado autodidata, orador, jornalista e escritor brasileiro

  • Abd-ul-Aziz

    1830 · 32th Sultan of the Ottoman Empire (1861–1876)

  • Eadweard Muybridge

    1830 · English-American photographer (1830–1904)

  • Hans von Bülow

    1830 · Músico Alemão

  • Júlio Verne

    1828 · escritor francês

Moda

Vestimenta cotidiana de crianças e trabalhadores

As crianças frequentemente andavam completamente nuas nos primeiros anos de vida, enquanto mulheres escravizadas que trabalhavam na lavoura ou como operárias muitas vezes vestiam apenas uma camisa simples. Em ambientes urbanos, meninas começavam a usar saias por volta dos 6 aos 11 anos, com estilos que variavam de acordo com o status social.

Trajes de festa e celebrações religiosas

Durante os dias de festas religiosas, homens e mulheres de todas as classes sociais vestiam-se com suas melhores roupas, sendo comum o uso do branco pelas mulheres e de flores naturais nos cabelos. Em 1843, um traje masculino formal para a Festa de Nazaré em Belém incluía calças de casemira cor flor de alecrim, sobrecasaca verde e colete de grodenaple branco.

Música

Instrumentos comuns nos lares do século XIX

No início do século XIX, a viola e o violão eram os instrumentos mais populares para acompanhar canções em casa, enquanto o piano só se tornou mais comum em casas abastadas a partir da década de 1830.

Música em festas religiosas

As festas religiosas frequentemente incluíam procissões com corais, orquestras e grupos tradicionais como os congados, que eram danças folclóricas pantomímicas de origem africana.

Como se viajava
Por volta de 1819–1819

Alto custo e tempo para transporte

Transportar uma arroba (cerca de 14,7 kg) de açúcar de Campinas até o porto de Santos custava entre 340 e 400 réis e levava 12 dias de viagem.

Taxas de fiscalização pagas em réis

Caravanas que cruzavam entre Minas Gerais e o Rio de Janeiro pagavam taxas de 250 a 370 réis por mula para passar pelos pontos de fiscalização.

Dia a dia

Comer sem talheres

As refeições eram frequentemente feitas sem talheres, usando as mãos para moldar a farinha de mandioca em bolinhos, conhecidos como pirão, que eram mergulhados no caldo e na carne.

Falta de água encanada e esgoto

Mesmo nas casas dos mais ricos, não havia água encanada nem esgoto; a água era carregada por escravizados de chafarizes ou riachos, enquanto os detritos eram frequentemente jogados na rua.

Comida

Um café da manhã barato e comum

O café da manhã comum, disponível em cafés da cidade, custava quatro vinténs e consistia em uma xícara de café e um pãozinho com manteiga irlandesa rançosa.

A farinha de mandioca e o pirão

A farinha de mandioca era um alimento básico consumido por todas as classes, frequentemente misturada com caldos de carne ou sopas para formar uma pasta grossa chamada pirão, que era tipicamente comida com os dedos.

Família

Antepassados e filhos

Abrir a árvore completa

Quatro gerações para trás à direita, os filhos à esquerda. O número ao lado de um filho conta as gerações de descendentes conhecidas depois dele.

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